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<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><atom:link href="https://xaidocumentacion.blogia.com/feed.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><title>Xaidocumentaci&#xF3;n</title><description>Blog de un principiante Andaluz&lt;br /&gt;Diplomado en Biblioteconom&#xED;a y Documentaci&#xF3;n.&lt;br /&gt;No soy autor de la mayor&#xED;a de los art&#xED;culos, m&#xE1;s mi objetivo es proporcionar informaci&#xF3;n RELEVANTE.&lt;br /&gt;</description><link>https://xaidocumentacion.blogia.com</link><language>es</language><lastBuildDate>Sun, 10 Dec 2023 12:02:20 +0000</lastBuildDate><generator>Blogia</generator><item><title>Biblioteca de Alexandr&#xED;a</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2011/020701-biblioteca-de-alexandria.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2011/020701-biblioteca-de-alexandria.php</guid><description><![CDATA[<h2><strong><span style="font-size: medium;">Ahora</span></strong> <span style="font-size: medium;">que las Bibliotecas dicen que est&aacute;n en horas bajas, me gustar&iacute;a recordar la Biblioteca de Alexandr&iacute;a, el Gran Alexandro Magno y sus sucesores.</span></h2><h2></h2><h2>A lenda    da biblioteca</h2> <p>A biblioteca de Alexandria &eacute; uma lenda. N&atilde;o um    mito, mas uma lenda. A destrui&ccedil;&atilde;o da biblioteca do mundo antigo foi recontada    muitas vezes. Muita tinta foi derramada, antiga e moderna, sobre os 40.000 volumes    abrigados nos dep&oacute;sitos perto do porto, que foram supostamente queimados quando    Julius Caesar incinerou a frota do irm&atilde;o de Cleopatra. A figura de Hypatia,    uma matem&aacute;tica, sendo arrastada de sua carruagem&nbsp; por uma multid&atilde;o de monges    pag&otilde;es e queimada viva em cima dos restos da biblioteca encontram seu lugar    na lenda tamb&eacute;m. Contudo quando n&oacute;s soubermos de muitos boatos da destrui&ccedil;&atilde;o    "da biblioteca" (na verdade, havia ao menos tr&ecirc;s bibliotecas diferentes    que coexistiam na cidade), e se sabe hoje de escolas inteiras em Alexandria    e o scholarship, existem poucos dados sobre as localiza&ccedil;&otilde;es, disposi&ccedil;&otilde;es, terras    arrendadas, organiza&ccedil;&atilde;o, administra&ccedil;&atilde;o, e estrutura f&iacute;sica do lugar.</p> <p>&nbsp;</p> <h2>Funda&ccedil;&atilde;o</h2> <h3>Demetrius    de Phaleron</h3> <p>A primeira men&ccedil;&atilde;o que existe da biblioteca est&aacute;    <em>na letra de Aristeas </em>(180-145 AC), um estudioso judeu abrigado na biblioteca    que documentou a tradu&ccedil;&atilde;o do Septuaginto para o grego por setenta e dois rabinos.    Esta maci&ccedil;a produ&ccedil;&atilde;o foi comissionada por Demetrius de Phaleron sob seu patrono,    Ptolomeu I. O pr&oacute;prio Demetrius era uma ex-tirano de Atenas, e um s&aacute;bio da primeira    gera&ccedil;&atilde;o de Peripaticos. Isto &eacute;, era um dos estudantes de Arist&oacute;teles junto com    Theophrastus e Alexandre, O grande. Demetrius, que foi posto no poder de Atenas    com a ajuda de Alexandre, deu suporte para que Theophrastus findasse um Lyceum    para os estudos de seu mestre, feito nos moldes da academia de Plat&atilde;o. Depois    que Ptolomeu I ganhou o reinado sobre o Egito conquistado devido &agrave;s vit&oacute;rias    de Alexandre, Theophrastus recusou o convite do Fara&oacute; em 297 AC de ensinar o    filho de Ptolomeu do tutor, recomendando Demetrius, que tinha sido dirigido    recentemente para fora de Atenas em conseq&uuml;&ecirc;ncia do conflitos pol&iacute;tico entre    os sucessores de Alexandre.</p> <h3>Precedentes    para o museu</h3> <p>De acordo com Aristeas, Demetrius recomendou a Ptolomeu    o recolhimento de uma cole&ccedil;&atilde;o dos livros sobre reinos e governos, do estilo    de fil&oacute;sofo-reis de Plat&atilde;o, e al&eacute;m disso recolher livros dos povos de todo o    mundo sobre comercio e sociedade. Demetrius deve tamb&eacute;m ter ajudado a fundar    um museu no capital de Ptolomeu, Alexandria, um templo dedicado a Musas. Este    n&atilde;o era o primeiro templo dedicado aos patronos divinos das artes e das ci&ecirc;ncias.    Entretanto, como vinha fazendo a meio-s&eacute;culo ap&oacute;s o estabelecimento do academia    de Plat&atilde;o, o Lyceum de Arist&oacute;teles, e a escola de Epicurus, e localizado em    um centro rico do com&eacute;rcio internacional e de troca cultural, do lugar e do    tempo eram maduro para que tal institui&ccedil;&atilde;o florescesse. Os s&aacute;bios foram convidados    a realizar l&aacute; as atividades Peripaticas da observa&ccedil;&atilde;o e da dedu&ccedil;&atilde;o na matem&aacute;tica,    na medicina, na astronomia, e na geometria; e a maioria das descobertas do mundo    ocidental foram gravadas e debatidas l&aacute; pelos 500 anos seguintes.</p> <h3>O    Museu</h3> <p>Os arque&oacute;logos n&atilde;o descobriram as funda&ccedil;&otilde;es do museu,    embora escavaram parcelas da "da biblioteca filha" no templo pr&oacute;ximo    de Serapis. Das fontes preliminares dispersadas estas parecem muito relativamente    desobstru&iacute;das: estava no setor de Brucchium (nordeste) da cidade, ou provavelmente    junto &agrave;s terras do pal&aacute;cio. Foi cercado por cortes, por jardins, e por um parque    zoological que continha animais ex&oacute;ticos das partes long&iacute;nquas do imp&eacute;rio Alexandrino.    De acordo com Strabo, em seu cora&ccedil;&atilde;o existia um Sal&atilde;o grande e um sal&atilde;o com    uma abobada circular (talvez romano?) com um observat&oacute;rio em seu terra&ccedil;o superior;    as salas de aula cercavam-no. Isto &eacute; muito similar &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do Serapeum,    que foi come&ccedil;ado por Ptolomeu II e terminado por seu filho. Os 30-50 s&aacute;bios    estimados provavelmente foram abrigados permanentemente l&aacute;, alimentados e financiados    provavelmente pela fam&iacute;lia real primeiramente e, mais tarde, de acordo com um    papiro romano adiantado, pelo dinheiro p&uacute;blico.</p> <h3>As    Pilhas</h3> <p>As prateleiras f&iacute;sicas da biblioteca podem ter    estado em um dos sal&otilde;es circulares de aulas ou no jardim, ou pode ter sido abrigado    no Grande Sal&atilde;o central. Consistiam de buracos onde eram enfiados os pergaminhos,    onde os melhores eram revestidos de linho ou de couro. As peles de pergaminhos    vieram a moda depois que Alexandria parou de exportar papiro em uma tentativa    de estrangular sua biblioteca rival mais nova, criada por Seleucidio em Pergamon.    Nas &eacute;pocas romanas, os manuscritos come&ccedil;aram ser escritos no formul&aacute;rio do codex    (livro), e come&ccedil;aram a ser armazenados nas caixas de madeira chamadas <em>armaria</em>.</p> <p>&nbsp;</p> <h2>Desenvolvimento    da biblioteca</h2> <h3>O    Septuaginto</h3> <p>Aristeas, escrevendo 100 anos ap&oacute;s a cria&ccedil;&atilde;o da biblioteca,    escreve que Ptolomeu deu a Demetrius a tarefa de recolher livros e pergaminhos,    assim como supervisionar o esfor&ccedil;o maci&ccedil;o de traduzir trabalhos de outras culturas    para o grego. Este processo come&ccedil;ou com a tradu&ccedil;&atilde;o do Septuaginto, o Velho Testamento,    para o grego, projeto para o qual Ptolomeu empregou 72 rabinos devido a sugest&atilde;o    de Demetrius.</p> <h3>Aquisi&ccedil;&atilde;o    dos livros</h3> <p>No tempo de Demetrius, as bibliotecas gregas eram geralmente    cole&ccedil;&otilde;es dos manuscritos particulares, tais como a biblioteca de Arist&oacute;teles    que continha os seus pr&oacute;prios e outros trabalhos. Os templos de Egito tiveram    freq&uuml;entemente prateleiras que continham uma variedade de textos religiosos    e oficiais, como determinados museus no mundo grego. Foi a grande ambi&ccedil;&atilde;o de    Ptolomeu I&nbsp; de possuir toda a literatura sabida do mundo que fez poss&iacute;vel a    realiza&ccedil;&atilde;o dessa cole&ccedil;&atilde;o idiosincriatica de livros criando assim uma verdadeira    biblioteca. John Tzetzes escreve diversos s&eacute;culos mais tarde que Callimachus    catalogou 400.000 pergaminhos mistos (provavelmente aqueles que continham mais    de um cap&iacute;tulo) e outros 90.000 n&atilde;o-mistos. Os m&eacute;todos dos sucessores de Ptolomeu    para conseguir seu objetivo eram certamente originais. Ptolomeu III escreveu    uma letra "aos lideres de todo o mundo" pedindo seus livros emprestados.    Quando Atenas emprestou os textos de Eur&iacute;pides, Aeschylus, e S&oacute;focles, ele teve-os    copiados, retornados as c&oacute;pias, e mantidos os originais. Supostamente, todos    os navios que pararam na porta de Alexandria foram procurarados por livros,    os quais tiveram o mesmo tratamento. Assim o termo "biblioteca de navio"    para algumas pe&ccedil;as da cole&ccedil;&atilde;o abrigada no museu. Este procedimento n&atilde;o ortodoxo    inspirou ao menos o primeiro trabalho sistem&aacute;tico de arquiva&ccedil;&atilde;o dos textos cl&aacute;ssicos,    sem o qual nenhum dos autores teria sobrevivido.</p> <h3>Os    Primeiros Bibliotec&aacute;rios</h3> <p>Quando Demetrius era um converso de Serapis e assim    provavelmente de um oficial do novo culto Grego-Egipcio inventado por Ptolomeu,    o Serapeum n&atilde;o havia sido constru&iacute;do quando se deu a sua morte e n&atilde;o &eacute; recordado    nem como o bibliotec&aacute;rio dessa institui&ccedil;&atilde;o nem no museu. O primeiro o bibliotec&aacute;rio    de que se tem registro era Zenodotus de Ephesus, que teve esse trabalho desde    o fim do reino de Ptolomeu I at&eacute; 245 A.C. Seu sucessor foi Callimachus de Cyrene    era talvez o bibliotec&aacute;rio mais famoso de Alexandria, pois criou um catalogo    de 120,000 pergaminhos chamado de &ldquo;tabela de Pinakes&rdquo;. N&atilde;o era de forma alguma    compreensivo, mas funcionava mais como um &iacute;ndice. Apol&ocirc;nio de Rhodes, seu rival    mais jovem e escritor do not&oacute;rio &eacute;pico, Argonautica, foi o sucessor de Callimachus.    Erast&oacute;stenes de Cyrene, famoso ge&oacute;grafo e matem&aacute;tico, sucedeu Apol&ocirc;nio em 235,    e compilou seu <em>"tetagmenos epi teis megaleis bibliothekeis", </em>o    &ldquo;esquema das grandes estandes&rdquo;. Em 195, Arist&oacute;fanes ganhou a posi&ccedil;&atilde;o e atualizou    os Pinakes de Callimachus. O ultimo registro de um bibliotec&aacute;rio foi Aristarchus    de Samothrace, o astr&ocirc;nomo, que ganhou a posi&ccedil;&atilde;o em 180 AC e foi tirado durante    lutas din&aacute;sticas entre os Ptolomeus. Enquanto a biblioteca e o museu continuaram    existindo v&aacute;rios s&eacute;culos depois, os s&aacute;bios ficaram sendo chamados de &ldquo;Alexandrinos&rdquo;    e nenhum bibliotec&aacute;rio foi mencionado pelo nome.</p> <p>&nbsp;</p> <h2>Organiza&ccedil;&atilde;o</h2> <p>Enquanto &eacute; duvidoso que a biblioteca tenha tido uma    organiza&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica, e sim de que tenham sido armazenados novos ba&uacute;s e prateleiras    de papiros em grupos a medida que eles foram sendo adquiridos. Os Alexandrinos,    a partir de Callimachus, tentaram manter registro dos pertences da biblioteca    atrav&eacute;s de um catalogo de assuntos. Nisso eles seguiram a divis&atilde;o do conhecimento    como sugeria Arist&oacute;teles, ou ao menos seu estilo de organiza&ccedil;&atilde;o que tenha ca&iacute;do    dentro da categoria de &ldquo;filosofia&rdquo; em subdivis&otilde;es de observa&ccedil;&otilde;es e ci&ecirc;ncias    dedutivas.</p> <h3>Matem&aacute;tica</h3> <p>A matem&aacute;tica Alexandrina se preocupava a maior parte    com geometria, mas sabemos de alguma pesquisa especifica em teoria num&eacute;rica.    N&uacute;meros primos eram uma fonte de fascina&ccedil;&atilde;o no tempo dos Pitagoreanos.</p> <p>Eudoxis de Cnidus, pupilo de Euclides, provavelmente    trabalhou fora de Alexandria e &eacute; conhecido por desenvolver um m&eacute;todo de integra&ccedil;&atilde;o,    estudou o uso de propor&ccedil;&otilde;es para resolver problemas e contribuiu com varias    formulas para medir figuras em tr&ecirc;s dimens&otilde;es. Pappus foi um dos &uacute;ltimos matem&aacute;ticos    gregos, se concentrou em n&uacute;meros grandes e semic&iacute;rculos, e tamb&eacute;m foi um importante    transmissor para a cultura europ&eacute;ia da astrologia descoberta de fontes orientais.    Theon e sua filha Apatia tamb&eacute;m continuaram o trabalho em astronomia, geometria    e matem&aacute;tica, construindo o trabalho de seus predecessores, mas infelizmente    nenhum de seus trabalhos sobreviveu.</p> <h3>Astronomia</h3> <p>Astronomia n&atilde;o era meramente uma proje&ccedil;&atilde;o de uma terceira    dimens&atilde;o numa Quarta, mesmo sendo assim que muitos cientistas gregos a classificaram.    O movimento das estrelas e do sol eram essenciais para determinar posi&ccedil;&otilde;es terrestres,    j&aacute; que eles proviam pontos universais de referencia. No Egito, isso era particularmente    vital para os direitos de propriedade, porque a indu&ccedil;&atilde;o anual do Nilo com freq&uuml;&ecirc;ncia    alterava as marcas f&iacute;sicas no terreno e os limites entre os campos. Para Alexandria,    da qual sobrevivia de exportar gr&atilde;os e papiro para o resto do mediterr&acirc;neo,    o desenvolvimento em astronomia possibilitou uma grande ajuda aos navegadores.    Astr&ocirc;nomos gregos antigos concentraram-se em modelos te&oacute;ricos do universo; Alexandrinos    pegaram o trabalho de detalhar as observa&ccedil;&otilde;es e analisar a matem&aacute;tica envolvida    em todas essas id&eacute;ias.</p> <h3>Mapas    do C&eacute;u</h3> <p>Erast&oacute;stenes, o vers&aacute;til terceiro bibliotec&aacute;rio, juntou    um catalogo completo de 44 constela&ccedil;&otilde;es junto com seus devidos mitos, assim    como uma lista de 475 estrelas fixas. Hipparchus ganhou o credito de inventar    a longitude e latitude, importando o sistema circular de 360 graus da Babil&ocirc;nia,    calculando o comprimento do ano dentro de uma precis&atilde;o de 6 minutos, juntando    um mapa estelar de constela&ccedil;&otilde;es e estrelas e especulando que elas, as estrelas,    tinham tanto nascimento como morte.</p> <h3>Esquemas    do Universo</h3> <p>Aristarco aplicou trigonometria Alexandrina para estimar    as distancias e tamanhos do c&eacute;u e da lua, e tamb&eacute;m postulou um universo helioc&ecirc;ntrico,    com o sol no centro do universo. Um colega s&aacute;bio do Museu, Stoico Clinatos,    acusou-o de blasfemador. Hipparchus de Bithynia, durante o reino de Ptolomeu    VII, descobriu e mediu o procedimento de equin&oacute;cios, e a trajet&oacute;ria do sol e    da lua. 300 anos depois, Ptolomeu (sem rela&ccedil;&atilde;o nenhuma com a realeza eg&iacute;pcia)    criou matematicamente seu elegante sistema de epicirculos para dar raz&atilde;o a geocentricidade    da vis&atilde;o Aristoteliana, e escreveu um tratado de astrologia, ambos que depois    se tornariam no paradigma medieval.</p> <h3>Geometria</h3> <p>Os alexandrinos juntaram muitos princ&iacute;pios geom&eacute;tricos    de antigos matem&aacute;ticos gregos, e tamb&eacute;m tinha acesso a conhecimentos eg&iacute;pcios    e babil&ocirc;nicos no assunto. Esta &eacute; uma das &aacute;reas nas quais o museu se excedia,    produzindo sua por&ccedil;&atilde;o de grandes geomatros, desde sua cria&ccedil;&atilde;o. &Eacute; dito que Demetrius    convidou Euclides para Alexandria, e sua obra &ldquo;Elementos&rdquo; &eacute; conhecida como os    fundamentos da geometria. Seus sucessores, notavelmente Apol&ocirc;nio, continuaram    a pesquisa em formas c&ocirc;nicas, assim como Hipparchus.</p> <h3>Erastotenes    e a Geometria Esf&eacute;rica: Calculando a Circunfer&ecirc;ncia da Terra</h3> <p>O terceiro bibliotec&aacute;rio de Alexandria, Erast&oacute;stenes    (275-194 AC), calculou a circunfer&ecirc;ncia da terra com uma diferen&ccedil;a de apenas    1%, baseado na medida da distancia entre Aswan ate Alexandria e a fra&ccedil;&atilde;o de    todo o arco determinado pela diferen&ccedil;a do comprimento da sombra ao meio dia    nesses dois locais. Ele ainda sugeriu que os mares estariam conectados, que    a &Aacute;frica poderia ser circum-navegada e que a &ldquo;&Iacute;ndia poderia ser alcan&ccedil;ada navegando    oeste da Espanha&rdquo;. Finalmente, provavelmente sobre desenhos do Egito e do Oriente    M&eacute;dio, ele deduziu o comprimento do ano em 365 e &frac14; dias e foi o primeiro a sugerir    a id&eacute;ia de adicionar um &ldquo;dia a mais&rdquo; a cada quatro anos.</p> <h3>Mecanica:    Ciencia Aplicada</h3> <p>Arquimedes, o descobridor do numero pi, foi um dos    primeiro s&aacute;bios Alexandrinos a aplicar as teorias de movimento de geomatros    e astr&ocirc;nomos em aparatos mec&acirc;nicos. Entre as suas descobertas est&atilde;o a alavanca    e, como uma extens&atilde;o do mesmo principio, o &ldquo;parafuso de Arquimedes&rdquo;, uma ferramenta    para levantar &aacute;gua. Ele tamb&eacute;m &eacute; a figura da lenda do cientista levantando de    sua banheira com o grito de &ldquo;Eureka&rdquo; depois de descobrir que a &aacute;gua &eacute; tirada    de seu local com a imers&atilde;o de objetos nela.</p> <p>A hidr&aacute;ulica foi uma ci&ecirc;ncia que nasceu em Alexandria,    da qual era o principio atr&aacute;s do &ldquo;Her&oacute;i Pneum&aacute;tico&rdquo;, um longo trabalho descrevendo    muitas maquinas e &ldquo;rob&ocirc;s&rdquo; simulando a&ccedil;&otilde;es humanas. A distin&ccedil;&atilde;o entre a pratica    e a teoria provavelmente n&atilde;o ocorreu a ele durante seus experimentos, que inclu&iacute;am    estatuas que misturavam drinques, bebiam e cantavam (atrav&eacute;s de ar comprimido).    Ele tamb&eacute;m inventou o &oacute;rg&atilde;o de cano que mais tarde seriam usados nos &ldquo;Banhos    Romanos&rdquo;, uma l&acirc;mpada que se auto-ajustava.</p> <h3>Medicina</h3> <p>O estudo de anatomia, que tem sua origem em Arist&oacute;teles    foi conduzido extensivamente por muitos Alexandrinos, que provavelmente tinham    a vantagem dos belos jardins e esp&eacute;cies de animais da biblioteca, alem da pratica    Eg&iacute;pcia de mumifica&ccedil;&atilde;o. Um dos primeiros estudiosos dessa ci&ecirc;ncia, Herophilus,    coletou e juntou o &ldquo;Hippocratic corpus&rdquo;, e embarcou em estudos pr&oacute;prios. Ele    foi um dos primeiros a distinguir o c&eacute;rebro e o sistema nervoso como uma unidade,    assim como a fun&ccedil;&atilde;o do cora&ccedil;&atilde;o, da circula&ccedil;&atilde;o do sangue e provavelmente de v&aacute;rios    outros &oacute;rg&atilde;os e suas fun&ccedil;&otilde;es. Seu sucessor, Eristratos, se concentrou no sistema    digestivo e os efeitos da nutri&ccedil;&atilde;o, e postulou que os alimentos assim como os    nervos e o c&eacute;rebro influenciam em doen&ccedil;as mentais. Finalmente, no segundo s&eacute;culo    AC, Galen fez em Alexandria vastas e in&uacute;meras pesquisas e junto com suas pr&oacute;prias    pesquisas compilou quinze livros anatomia e a arte da medicina.</p> <p>&nbsp;</p> <h2>Conclus&atilde;o</h2> <p>O Museu de Alexandria foi fundando num lugar e tempo &uacute;nicos    que possibilitaram seus s&aacute;bios a criar sobre as t&eacute;cnicas dedutivas de Arist&oacute;teles    e do conhecimento grego em ordem de aplicar esses m&eacute;todos no conhecimento da    Gr&eacute;cia, Egito, Maced&ocirc;nia, Babil&ocirc;nia e alem. A localiza&ccedil;&atilde;o de Alexandria como    um centro comercial, e como o maior exportador de material para escrever, ofereceu    vastas oportunidades para o contato entre diferentes culturas e formas de pensamento.    O esfor&ccedil;o deliberado de seus s&aacute;bios para juntar e analisar criticamente o conhecimento    de sua &eacute;poca possibilitaram a primeira pesquisa sistem&aacute;tica de conhecimento    por especialistas em novas &aacute;reas de conhecimento. Completas novas disciplinas,    como gram&aacute;tica, preserva&ccedil;&atilde;o de manuscritos e trigonometria surgiram. Ainda,    a grande cole&ccedil;&atilde;o de documentos numa cidade Eg&iacute;pcia possibilitaram a transmiss&atilde;o    de textos cl&aacute;ssicos em &aacute;rabe e hebreu, onde foram preservados por muito tempo    depois que suas copias foram perdidas durante a Idade Media na Europa. Alexandria    e seus primos, o Lyceum, a Academia, e a jovem biblioteca de Pergamon, foram    provavelmente os prot&oacute;tipos de monast&eacute;rios e universidades medievais. Enquanto    muitos s&aacute;bios modernos com freq&uuml;&ecirc;ncia se lamentam da quantidade de informa&ccedil;&otilde;es    perdidas desde a queda da biblioteca, uma grande quantidade de descobertas e    teorias Alexandrinas, especialmente em matem&aacute;tica e geometria, ainda provem    um ch&atilde;o de trabalho para pesquisa moderna nestes campos. E Finalmente, os m&eacute;todos    de pesquisa, estudo, de armazenamento e organiza&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o desenvolvida    na Biblioteca s&atilde;o muitos os mesmos usados hoje em dia, apenas os pergaminhos    lineares deram espa&ccedil;os para livros em estantes, e agora estamos vendo a transforma&ccedil;&atilde;o    de livros em documentos numa m&iacute;dia eletr&ocirc;nica.</p> <p>&nbsp;</p> <h2>Bibliografia</h2> <p>CASSON, Lionel. <em>O Antigo Egito</em>. Rio de Janeiro: Jos&eacute;    Olympio. 1972</p> <p>CANFORA, Luciano. <em>The Vanished Library. </em>trans. Martin Ryle.    University of California Press. Berkely: 1989.</p> <p>JOHNSON, Emer D. <em>History of Libraries in the Western World. </em>Scarecrow Press, Inc. Metuchen: 1970.</p> <p><a href="http://www.unesco.org/webworld/alexandria_new/index.html">http://www.unesco.org/webworld/alexandria_new/index.html</a></p><p>http://ekso.tripod.com/hist1/1-bib.htm</p>]]></description><pubDate>Mon, 07 Feb 2011 14:57:00 +0000</pubDate></item><item><title>XEREZ, Campe&#xF3;n de Segunda</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2009/062201-xerez-campeon-de-segunda.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2009/062201-xerez-campeon-de-segunda.php</guid><description><![CDATA[<p><strong>T&iacute;tulos</strong></p><p><strong>1 Campeonato de 2&ordf; Divisi&oacute;n "A"</strong></p><p><strong>2 Campeonatos de 2&ordf; Divisi&oacute;n "B"</strong></p><p><strong>1 Campeonato de 3&ordf; Divisi&oacute;n</strong></p>]]></description><pubDate>Mon, 22 Jun 2009 10:06:00 +0000</pubDate></item><item><title>&#xBF;ESTADO DE DERECHO?</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2009/032001-estado-de-derecho-.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2009/032001-estado-de-derecho-.php</guid><description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Un Estado Social, Democr&aacute;tico y de Derecho.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-tab-count: 1;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>El Estado est&aacute; sometido a las Fuentes del Derecho.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-tab-count: 1;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Esto es as&iacute;, hasta que este Poder se mete con alguien poderoso de algun partido Pol&iacute;tico. Voy<span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span>a adjuntar la el Curr&iacute;culo de Baltasar Garz&oacute;n, que para m&aacute;s INRI, es andaluz, como yo.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-tab-count: 1;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Este juez esta siendo sometido a una presi&oacute;n medi&aacute;tica desmesurada bajo mi punto de vista y esto es lo que sucede cuando buscas la verdad y tratas de llevar a cabo el Estado de Derecho que tan bonito suena, pero que poco respeto se tiene con los que tratan de llevarlo a cabo.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">De Wikipedia</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>Baltasar Garz&oacute;n Real</strong> (Torres, Ja&eacute;n, 26 de octubre de 1955) es un juez andaluz. Es un conocido magistrado, juez titular del Juzgado Central de Instrucci&oacute;n n&uacute;mero 5. Estos juzgados investigan los delitos cuyo enjuiciamiento corresponde al Juzgado Central de lo Penal o a la Audiencia Nacional, tribunales espa&ntilde;oles que enjuician en primera instancia los delitos con implicaciones en todo el territorio o de mayor gravedad.</span></p><h2 style="margin: auto 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span class="pbody1"><span style="font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 18.0pt;">Biograf&iacute;a</span></span><span style="font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 18.0pt;"> </span></span></h2><p><span style="font-family: Times New Roman;">Licenciado en Derecho por la Universidad de Sevilla en 1979. Antes de terminar sus estudios, desempe&ntilde;&oacute; distintos trabajos como alba&ntilde;il, camarero, y ayud&oacute; a su padre en una gasolinera.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Aprob&oacute; las oposiciones para juez en 1981. Su primer destino fue Valverde del Camino (Huelva). Posteriormente, fue trasladado al Juzgado de Primera Instancia e Instrucci&oacute;n de Villacarrillo (Ja&eacute;n). En 1983 ascendi&oacute; a magistrado, siendo destinado al Juzgado de Primera Instancia e Instrucci&oacute;n n.&ordm; 3 de Almer&iacute;a. En 1987 se le nombr&oacute; inspector delegado para Andaluc&iacute;a del Consejo General del Poder Judicial, y en 1988 tom&oacute; posesi&oacute;n como magistrado del Juzgado de Instrucci&oacute;n n.&ordm; 5 de la Audiencia Nacional. Tambi&eacute;n ha sido profesor de Derecho penal en la Universidad Complutense de Madrid.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Baltasar Garz&oacute;n est&aacute; casado y es padre de 3 hijos.</span></p><h2 style="margin: auto 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span class="pbody1"><span style="font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 18.0pt;">Casos m&aacute;s relevantes</span></span><span style="font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 18.0pt;"></span></span></h2><p><span style="font-family: Times New Roman;">Garz&oacute;n cobr&oacute; fama internacional por promover una orden de arresto contra el ex dictador chileno Augusto Pinochet por la muerte y tortura de ciudadanos&nbsp;del Estado Espa&ntilde;ol&nbsp;durante su mandato, y por cr&iacute;menes contra la Humanidad, b&aacute;sandose en el informe de la Comisi&oacute;n chilena de la verdad (1990-1991) y en el caso Caravana de la Muerte instruido en Chile por el juez Juan Guzm&aacute;n Tapia. Garz&oacute;n ha manifestado reiteradamente su deseo de investigar tambi&eacute;n al ex secretario de Estado estadounidense Henry Kissinger en relaci&oacute;n con la instauraci&oacute;n de las dictaduras de la d&eacute;cada de 1970 en Am&eacute;rica Latina en lo que se llam&oacute; la Operaci&oacute;n C&oacute;ndor.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Garz&oacute;n asimismo abri&oacute; la posibilidad de que se levantaran en&nbsp;el&nbsp;Espa&ntilde;a&nbsp;cargos de genocidio contra funcionarios argentinos por la desaparici&oacute;n de ciudadanos espa&ntilde;oles durante la dictadura argentina de 1976-1983. En ese marco, el 19 de abril de 2005, la Audiencia Nacional conden&oacute; al represor Adolfo Scilingo a 640 a&ntilde;os de prisi&oacute;n.<sup><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/#cite_note-0"><span class="editsection"><span style="color: windowtext;">[</span></span><span style="color: windowtext;">1<span class="editsection">]</span></span></a></sup></span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">En abril de 2001, solicit&oacute; al Consejo de Europa desaforar al entonces primer ministro de Italia, Silvio Berlusconi, miembro de la asamblea parlamentaria del Consejo.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">En diciembre de 2001, Garz&oacute;n puso en marcha una investigaci&oacute;n de las cuentas en el extranjero del segundo banco m&aacute;s grande de Espa&ntilde;a, BBVA, por supuestos delitos de lavado de dinero. En enero de 2003, el magistrado critic&oacute; acremente al gobierno de Estados Unidos por la detenci&oacute;n de sospechosos de al Qaida en la bah&iacute;a de Guant&aacute;namo, Cuba. Tambi&eacute;n hizo una campa&ntilde;a intensa contra la guerra de Irak de 2003.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Tambi&eacute;n orden&oacute; el arresto de Osama bin Laden, jefe de la red terrorista Al-Qaeda.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Desde septiembre de 2008 Garz&oacute;n est&aacute; recabando informaci&oacute;n del Gobierno, la Conferencia Episcopal y varios ayuntamientos con el fin de elaborar un censo de fusilados, desaparecidos y enterrados en fosas comunes a partir del golpe de estado del 18 de julio de 1936.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">El 16 de octubre del 2008, Garz&oacute;n se declar&oacute; competente para investigar las desapariciones registradas durante la Guerra Civil espa&ntilde;ola y los primeros a&ntilde;os de la dictadura militar de Francisco Franco, e instruy&oacute; la apertura de 19 fosas comunes diseminadas en todo el pa&iacute;s, entre ellas en la que se supone se encuentra enterrado el poeta Federico Garc&iacute;a Lorca.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Sin embargo el 16 de noviembre de 2008, Garz&oacute;n decidi&oacute; inhibirse del caso. El juez explic&oacute; que dej&oacute; de instruir la causa porque ya no hay responsables vivos contra los que dirigir la acci&oacute;n penal, aunque considera que los delitos "permanecen" y no prescribieron. Garz&oacute;n dijo que ahora corresponde a los juzgados provinciales en los que se encuentren las fosas investigar las miles de personas desaparecidas durante ese periodo<span class="editsection"><sup>[][]</sup></span></span></p><h2 style="margin: auto 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span class="pbody1"><span style="font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 18.0pt;">Casos en&nbsp;en el Estado</span></span><span style="font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 18.0pt;">&nbsp;</span></span></h2><p><span style="font-family: Times New Roman;">Investig&oacute; a Jes&uacute;s Gil, antiguo alcalde de Marbella y due&ntilde;o del Club Atl&eacute;tico de Madrid, por corrupci&oacute;n.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Asimismo, ha dirigido importantes operaciones contra el tr&aacute;fico de drogas, especialmente en Galicia.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Tras su paso por la pol&iacute;tica en las listas electorales del PSOE, volvi&oacute; a la Audiencia Nacional donde sus investigaciones contra el llamado terrorismo de Estado contribuyeron tambi&eacute;n a denunciar las acciones de Jos&eacute; Barrionuevo Pe&ntilde;a, Ministro de Interior del PSOE, con relaci&oacute;n a los Grupos Antiterroristas de Liberaci&oacute;n (GAL), la llamada "guerra sucia" contra el terrorismo. &Eacute;ste fue uno de los factores que llev&oacute; a la derrota del Partido Socialista Obrero Espa&ntilde;ol (PSOE) en las elecciones de 1996.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Garz&oacute;n ha investigado tambi&eacute;n a la organizaci&oacute;n terrorista Euskadi Ta Askatasuna (ETA) y lo que considera su entorno:</span></p><ul type="disc"><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Times New Roman;">En 1998 orden&oacute; el registro de varias sedes de la Coordinadora de Alfabetizaci&oacute;n y Euskaldunizaci&oacute;n de Adultos (AEK) y el arresto de su tesorero. </span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Times New Roman;">En julio de ese a&ntilde;o orden&oacute; el cese de actividades de Orain SA, empresa vasca de comunicaci&oacute;n que gestionaba el diario Egin y su estaci&oacute;n radiof&oacute;nica de este &uacute;ltimo, Egin Irratia. Acabada la instrucci&oacute;n de Garz&oacute;n, el cierre fue levantado por la Audiencia Nacional, pero Orain SA qued&oacute; en bancarrota. </span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Times New Roman;">Posteriormente orden&oacute; el cese de actividades de Zabaltzen y el cierre de Egunkaria, el &uacute;nico diario que se editaba &iacute;ntegramente en lengua vasca. </span></li></ul><p><span style="font-family: Times New Roman;">Estos hechos han sido duramente criticados por los movimientos de defensa del euskera, que consideran que el cierre de peri&oacute;dicos atenta m&aacute;s contra la cultura vasca que contra el terrorismo de ETA.</span></p><ul type="disc"><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt; mso-list: l2 level1 lfo2; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Times New Roman;">En octubre de 2002, suspendi&oacute; durante tres a&ntilde;os las operaciones del partido Batasuna, considerando que formaba parte del entramado de ETA. </span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt; mso-list: l2 level1 lfo2; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Times New Roman;">As&iacute; mismo ha investigado a otras organizaciones del llamado Movimiento de Liberaci&oacute;n Nacional Vasco (MLNV), como Xaki, Ekin, Jarrai, Haika y Segi, y a sociedades y organizaciones cuya vinculaci&oacute;n con el MLNV no est&aacute; clara, como el coro musical Euskaria, alegando que forman parte de diversos frentes del entramado de ETA. </span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt; mso-list: l2 level1 lfo2; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Times New Roman;">Ha sido instructor del Caso G&uuml;rtel hasta que se inhibi&oacute; en favor de los Tribunales Superiores de Madrid y Valencia, al haber imputados aforados (diputados de los correspondientes parlamentos auton&oacute;micos). Se trata de la investigaci&oacute;n del entramado de empresas de Francisco Correa, al que se acusa de haber practicado d&aacute;divas y sobornos a altos cargos del Partido Popular para la obtenci&oacute;n il&iacute;cita de contratos millonarios con la administraci&oacute;n p&uacute;blica. </span></li></ul><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></p>]]></description><pubDate>Fri, 20 Mar 2009 16:25:00 +0000</pubDate></item><item><title>&#xA1;&#xA1;&#xA1;  LIBERT&#xC1; PA PALESTINA !!!</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2009/011301--liberta-pa-palestina-.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2009/011301--liberta-pa-palestina-.php</guid><description><![CDATA[<p>Desde mi humilde blog, s&oacute;lo quiero decir una cosa:</p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: ES;"><span style="font-family: Times New Roman;">&iexcl;&iexcl;&iexcl;Libertad para Palestina!!!</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #000000; mso-ansi-language: ES;"><span style="font-family: Times New Roman;">Liberdade para a Palestina!!!</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #000000; mso-ansi-language: FR;"><span style="font-family: Times New Roman;">Freedom for Palestine!!!</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #000000; mso-ansi-language: FR;"><span style="font-family: Times New Roman;">Libert&eacute; pour la Palestine!!!</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;" align="right"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: #000000; mso-ansi-language: ES;">&#1575;&#1604;&#1581;&#1585;&#1610;&#1577;</span><span style="color: #000000; mso-ansi-language: FR;"> </span><span style="color: #000000; mso-ansi-language: ES;">&#1604;&#1601;&#1604;&#1587;&#1591;&#1610;&#1606;</span><span style="color: #000000; mso-ansi-language: FR;">!!!</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #000000; mso-ansi-language: ES;"><span style="font-family: Times New Roman;">Libertate pentru Palestina!!!</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #000000; mso-ansi-language: ES;"><span style="font-family: Times New Roman;">Libert&agrave; per la Palestina!!!</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: FR;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p><p>&nbsp;</p>]]></description><pubDate>Tue, 13 Jan 2009 19:46:00 +0000</pubDate></item><item><title>Maslow y la Teor&#xED;a de las necesidades humanas</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/121001-maslow-y-la-teoria-de-las-necesidades-humanas.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/121001-maslow-y-la-teoria-de-las-necesidades-humanas.php</guid><description><![CDATA[<p style="text-indent: 18pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">La jerarqu&iacute;a de necesidades de Maslow o <strong>Pir&aacute;mide de Maslow</strong> es una teor&iacute;a psicol&oacute;gica sobre la motivaci&oacute;n humana propuesta por Abraham Maslow en 1943. Maslow formul&oacute; una jerarqu&iacute;a de las necesidades humanas y su teor&iacute;a defiende que conforme se satisfacen las necesidades b&aacute;sicas, los humanos, desarrollamos necesidades y deseos m&aacute;s altos.</span></span></p><h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; tab-stops: list 18.0pt; mso-list: l15 level1 lfo16;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: normal; font-family: Wingdings; text-decoration: none; mso-bidi-font-size: 11.0pt; text-underline: none;"><span style="font-size: small;">&Oslash;</span><span style="font: 7pt ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span class="mw-headline"><span style="text-decoration: none; mso-bidi-font-size: 11.0pt; text-underline: none;">Las necesidades de Maslow: </span></span><span style="font-weight: normal; text-decoration: none; mso-bidi-font-size: 11.0pt; text-underline: none;">La jerarqu&iacute;a de necesidades se describe como una pir&aacute;mide que consta de 5 niveles:</span><span style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;"> </span></span></span></span></h1><h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; tab-stops: list 18.0pt; mso-list: l15 level1 lfo16;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;"></span></span></span></span></h1><h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; tab-stops: list 18.0pt; mso-list: l15 level1 lfo16;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;"><p style="margin-left: 27pt; text-indent: -9pt; text-align: justify; tab-stops: list 27.0pt; mso-list: l19 level1 lfo15;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">-<span style="font: 7pt ">&nbsp;&nbsp; </span></span><span style="mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Los cuatro primeros: pueden ser agrupados como necesidades del d&eacute;ficit.</span></span></p><p style="margin-left: 27pt; text-indent: -9pt; text-align: justify; tab-stops: list 27.0pt; mso-list: l19 level1 lfo15;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">-<span style="font: 7pt ">&nbsp;&nbsp; </span></span><span style="mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">El nivel superior se le denomina como una necesidad del ser.</span></span></p><p style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span>La diferencia estriba en que mientras las necesidades de d&eacute;ficit <span style="mso-bidi-font-style: italic;">pueden</span> <span style="mso-bidi-font-style: italic;">ser satisfechas, las necesidades del ser son cont&iacute;nuas</span>.</span><span style="mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"> La idea b&aacute;sica de esta jerarqu&iacute;a es que las necesidades m&aacute;s altas ocupan nuestra atenci&oacute;n s&oacute;lo una vez se han satisfecho necesidades inferiores en la pir&aacute;mide. </span></span></p><p style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt; text-align: justify; tab-stops: list 18.0pt; mso-list: l15 level1 lfo16;"><span style="font-family: Wingdings; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">&Oslash;<span style="font: 7pt ">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Seg&uacute;n la pir&aacute;mide de Maslow:</span></span></strong></p><h3 style="margin: auto 0cm auto 27pt; text-indent: -9pt; text-align: justify; tab-stops: list 27.0pt; mso-list: l19 level1 lfo15;"><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">-<span style="font: 7pt ">&nbsp;&nbsp; </span></span><span class="mw-headline"><span style="font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Necesidades fisiol&oacute;gicas b&aacute;sicas:</span></span><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"> respirar, beber agua, dormir, sexual (hmhmhmhm), etc.</span></h3><h3 style="margin: auto 0cm auto 27pt; text-indent: -9pt; text-align: justify; tab-stops: list 27.0pt; mso-list: l19 level1 lfo15;"><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">-<span style="font: 7pt ">&nbsp;&nbsp; </span></span><span class="mw-headline"><span style="font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Seguridad</span></span><span style="font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">: </span><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">necesidad de que la persona se sienta segura y protegida: seguridad f&iacute;sica, de empleo, familiar, etc.</span></h3><h3 style="margin: auto 0cm auto 27pt; text-indent: -9pt; text-align: justify; tab-stops: list 27.0pt; mso-list: l19 level1 lfo15;"><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">-<span style="font: 7pt ">&nbsp;&nbsp; </span></span><span class="mw-headline"><span style="font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Afiliaci&oacute;n</span></span><span style="font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">: </span><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">relacionadas con el desarrollo afectivo del individuo, son necesidades de asociaci&oacute;n, participaci&oacute;n y aceptaci&oacute;n.</span><span style="font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"> </span><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"></span></h3><h3 style="margin: auto 0cm auto 27pt; text-indent: -9pt; text-align: justify; tab-stops: list 27.0pt; mso-list: l19 level1 lfo15;"><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">-<span style="font: 7pt ">&nbsp;&nbsp; </span></span><span class="mw-headline"><span style="font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Reconocimiento</span></span><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">: se refieren a la manera en que se reconoce el trabajo del personal, se relaciona con la autoestima.</span></h3><h3 style="margin: auto 0cm auto 27pt; text-indent: -9pt; text-align: justify; tab-stops: list 27.0pt; mso-list: l19 level1 lfo15;"><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">-<span style="font: 7pt ">&nbsp;&nbsp; </span></span><span class="mw-headline"><span style="font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Autorrealizaci&oacute;n</span></span><span style="font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">: </span><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">se hallan en la cima de la jerarqu&iacute;a, a trav&eacute;s de su satisfacci&oacute;n personal, encuentran un sentido a la vida mediante el desarrollo de su potencial en una actividad.</span></h3><h3 style="margin: auto 0cm auto 27pt; text-indent: -9pt; text-align: justify; tab-stops: list 27.0pt; mso-list: l19 level1 lfo15;"><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; mso-ansi-language: ES; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Apuntes de <strong>Lorena Martinez Solis. <em>Licenciada en Documentaci&oacute;n</em></strong>, de la asignatura Planificaci&oacute;n en Sistemas de Informaci&oacute;n y Documentaci&oacute;n, del profesor <em>Juan Ros</em></span></h3></span></span></span></h1>]]></description><pubDate>Wed, 10 Dec 2008 13:36:00 +0000</pubDate></item><item><title>Premios Mar&#xED;a Moliner</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/120501-premios-maria-moliner.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/120501-premios-maria-moliner.php</guid><description><![CDATA[<p><span style="font-family: Times New Roman;">La Campa&ntilde;a de animaci&oacute;n a la lectura en municipios de menos de 50.000 habitantes es, desde 1998, un concurso dirigido a las localidades de estas caracter&iacute;sticas para premiar los mejores proyectos, o actividades desarrolladas, para promover la lectura de ni&ntilde;os y j&oacute;venes. Se realiza gracias a la colaboraci&oacute;n del Ministerio de Cultura con la Federaci&oacute;n Espa&ntilde;ola de Municipios y Provincias y, desde 2002, con la colaboraci&oacute;n de la Fundaci&oacute;n Coca-Cola Espa&ntilde;a.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Las 350 bibliotecas premiadas reciben lotes bibliogr&aacute;ficos compuestos por 200 libros infantiles y juveniles y desde 2002, los tres mejores proyectos reciben, adem&aacute;s, premios en met&aacute;lico.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Con esta actuaci&oacute;n se incentiva a los municipios peque&ntilde;os y se desarrolla una labor de promoci&oacute;n de la lectura en lugares en los que muy habitualmente existe un precario acceso al libro. Este programa presenta una gran importancia estrat&eacute;gica, ya que aproximadamente la mitad de la poblaci&oacute;n espa&ntilde;ola reside en municipios de menos de 50.000 habitantes, con lo cual esta iniciativa presenta un gran impacto en el territorio. En las &uacute;ltimas ediciones la respuesta de los municipios ha sido muy positiva, habi&eacute;ndose presentado hasta la fecha m&aacute;s de 7.550 proyectos por m&aacute;s de 2.000 municipios.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">La experiencia ofrecida por los nueve a&ntilde;os consecutivos de la Campa&ntilde;a demuestra que la labor de animaci&oacute;n a la lectura entre ni&ntilde;os y j&oacute;venes de las comunidades se ha visto enriquecida con la presencia en las bibliotecas de otros colectivos que han obligado a modificar sus proyectos, y ampliar sus actividades dirigi&eacute;ndolas hacia la integraci&oacute;n social.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Las actividades premiadas en las Campa&ntilde;as de animaci&oacute;n a la lectura desde el a&ntilde;o 1998 se encuentran recogidas en el censo de actividades de fomento de la lectura. El objetivo del censo es conocer actividades de promoci&oacute;n de la lectura que se desarrollan en Espa&ntilde;a, por instituciones p&uacute;blicas o privadas y ayudar a todos aquellos interesados en promover este tipo de actividades, aportando sus experiencias.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">La IX Campa&ntilde;a de animaci&oacute;n a la lectura en municipios de menos de 50.000 habitantes incluye como novedad la presencia de 3 premios en met&aacute;lico por el mismo valor y que reciben los nombres:</span></p><ul type="disc"><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Times New Roman;">Premio Mar&iacute;a Moliner al mejor proyecto de animaci&oacute;n a la lectura</span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Times New Roman;">Premio Mar&iacute;a Moliner a la mejor labor bibliotecaria</span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Times New Roman;">Premio Mar&iacute;a Moliner al mejor proyecto de integraci&oacute;n social</span></li></ul><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></p>]]></description><pubDate>Fri, 05 Dec 2008 10:18:00 +0000</pubDate></item><item><title>D&#xED;a de Andaluc&#xED;a, 4 de Diciembre!!! &#xBF;Transici&#xF3;n Pac&#xED;fica?</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/120401-dia-de-andalucia-4-de-diciembre-transicion-pacifica-.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/120401-dia-de-andalucia-4-de-diciembre-transicion-pacifica-.php</guid><description><![CDATA[<p><p><strong><p>Era el 4 de diciembre de 1977</p>. Un anhelo surcaba las mentes de los andaluces. <strong>Andaluc&iacute;a</strong> necesitaba la <strong>Autonom&iacute;a</strong> para volar en libertad.<br /><br />Cerca de dos millones de andaluces se manifestaron el 4 de diciembre <strong>"D&iacute;a de Andaluc&iacute;a"</strong> para exigir la <strong>Autonom&iacute;a</strong>. Quinientos mil manifestantes en <strong>Sevilla</strong>, alrededor de ciento cincuenta mil en <strong>M&aacute;laga</strong>, cien mil en <strong>Granada</strong>, ochenta mil en <strong>Huelva</strong> y en <strong>C&oacute;rdoba</strong>, setenta mil en <strong>C&aacute;diz</strong>, setenta mil en <strong>Ja&eacute;n</strong>, diez mil en <strong>Almer&iacute;a</strong>, <strong>Ronda</strong>, <strong>Campo de Gibraltar</strong> y en <strong>Antequera</strong> y m&aacute;s de un cuarto de mill&oacute;n en <strong>Barcelona</strong>, emigrantes de la novena provincia.<br /><br />Todos ellos, con cientos de miles de banderas verdes, blancas y verdes. La bandera de<strong> Blas Infante</strong>, sali&oacute; ese d&iacute;a a la calle. Con exigencias concretas que reniegan del paro y piden trabajo. En contra de las evasiones del capital andaluz que se invierte en otras zonas del Estado; en contra de todos los abusos municipales. <strong>Por la Tierra, el trabajo, la Justicia, la Libertad... la Autonom&iacute;a</strong>. La esperanza de la <strong>Autonom&iacute;a</strong> era la esperanza de resolver los seculares problemas de <strong>Andaluc&iacute;a</strong>. El paro, la reforma agraria, las infraestructuras.... eran reivindicaciones que se repet&iacute;an en las distintas manifestaciones.<br /><br />Casi dos millones de andaluces que llenaron con sus gritos y consignas la calles del pa&iacute;s andaluz demostrando que <strong>Andaluc&iacute;a</strong> ya ha despertado y que han sido los hombres y las mujeres del pueblo quien ha contribuido a esta toma de conciencia popular en pro de una autonom&iacute;a aut&eacute;ntica, que no una descentralizaci&oacute;n administrativa. En <strong>Catalu&ntilde;a</strong> tambi&eacute;n salieron a la calle -convocados por las asociaciones andaluzas- cerca de trescientos mil manifestantes que, desde la <strong>Plaza Catalu&ntilde;a</strong>, llenaron las <strong>Ramblas</strong> y la <strong>Plaza de San Jaime</strong>. Los organizadores convocaron como <strong>D&iacute;a Nacional del Pa&iacute;s Andaluz</strong>.<br /><br />A las manifestaciones del primer <strong>D&iacute;a de Andaluc&iacute;a</strong> no le faltaron provocaciones que iban desde la presencia de contramanifestantes fascistas, como en <strong>Sevilla</strong>, hasta la presencia ostentosa de banderas espa&ntilde;olas, sin ninguna andaluza al lado, como en la <strong>Diputaci&oacute;n de M&aacute;laga</strong>, o la simple prohibici&oacute;n de la manifestaci&oacute;n, como en el pueblo de <strong>Santaella</strong>.<br /><br />La manifestaci&oacute;n de <strong>M&aacute;laga</strong> ya ven&iacute;a precedida de negros presagios. Pocos d&iacute;as antes, el presidente de la <strong>Diputaci&oacute;n</strong> hab&iacute;a declarado que la bandera andaluza no ondear&iacute;a en el balc&oacute;n de la Instituci&oacute;n a pesar de que el pleno lo hab&iacute;a aprobado. Al pasar la manifestaci&oacute;n por delante de la Diputaci&oacute;n, un joven escal&oacute; hasta el balc&oacute;n para poner una bandera andaluza en el m&aacute;stil. Poco despu&eacute;s, la polic&iacute;a carg&oacute;. Botes de humo, balas de goma... y &iexcl;disparos!<br /><br />Una bala atraves&oacute; la cazadora del joven<strong> Jos&eacute; Manuel Garc&iacute;a Caparr&oacute;s</strong>. El lugar donde cay&oacute;, sen convirti&oacute; en un<em> "altar"</em> improvisado por donde pasaron miles de malague&ntilde;os, hasta que fue destrozado Durante varios d&iacute;as, el pueblo se ech&oacute; a la calle en protesta por la represi&oacute;n policial.<br /><br />El a&ntilde;o 1980 se celebr&oacute; el refer&eacute;ndum pro-autonom&iacute;a de <strong>Andaluc&iacute;a</strong> y ese a&ntilde;o, el gobierno andaluz, unilateralmente, cambi&oacute; la fecha del<strong> D&iacute;a de Andaluc&iacute;a</strong> del <strong>4 de Diciembre</strong> al <strong>28 de Febrero</strong>, por lo que en 1980 no se celebr&oacute; oficialmente ning&uacute;n <strong>D&iacute;a de Andaluc&iacute;a</strong>. Sin embargo, algunas personas y asociaciones, sobre todo del &aacute;mbito andalucista, siguieron celebrando el 4 de Diciembre como D&iacute;a de Andaluc&iacute;a.</strong></p></p>]]></description><pubDate>Thu, 04 Dec 2008 11:09:00 +0000</pubDate></item><item><title>Pol&#xED;tica Aristot&#xE9;lica</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/120203-politica-aristotelica.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/120203-politica-aristotelica.php</guid><description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-outline-level: 4;"><span style="color: #334d55; font-family: Arial; mso-bidi-font-weight: bold; mso-ansi-language: ES;">1.</span></p><p style="background: white; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">El inter&eacute;s por las cuestiones sociales y pol&iacute;ticas es una de las caracter&iacute;sticas de la actividad filos&oacute;fica de Plat&oacute;n, y queda reflejado suficientemente en la Rep&uacute;blica. Aunque en Arist&oacute;teles no alcance la misma dimensi&oacute;n que en Plat&oacute;n tambi&eacute;n formar&aacute; parte importante de su obra, especialmente en correlaci&oacute;n con la &eacute;tica, configurando lo que se ha dado en llamar la filosof&iacute;a pr&aacute;ctica aristot&eacute;lica. Arist&oacute;teles estudia las cuestiones sociales y pol&iacute;ticas en las "Constituciones" y en la "Pol&iacute;tica". M&aacute;s que el dise&ntilde;o de lo que deber&iacute;a ser una sociedad perfecta o justa, lo que le interesa a Arist&oacute;teles es determinar las caracter&iacute;sticas del espacio social en el que se ha de desarrollar la vida del hombre. Tambi&eacute;n bosquejar&aacute; t&iacute;midamente su sociedad ideal, en los libros 7 y 8 de la "Pol&iacute;tica"; pero al igual que en otros aspectos de su obra se sentir&aacute; m&aacute;s atra&iacute;do por el an&aacute;lisis de la experiencia, en este caso, el del experiencia de la vida colectiva o social del hombre. </span></p><p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-outline-level: 4;"><span style="color: #334d55; font-family: Arial; mso-bidi-font-weight: bold; mso-ansi-language: ES;">2.</span></p><p style="background: white; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Respecto al origen y constituci&oacute;n de la sociedad mantendr&aacute;, al igual que Plat&oacute;n, la teor&iacute;a de la "sociabilidad natural" del hombre. El hombre es un animal social (z&oacute;on politikon), es decir, un ser que necesita de los otros de su especie para sobrevivir; no es posible pensar que el individuo sea anterior a la sociedad, que la sociedad sea el resultado de una convenci&oacute;n establecida entre individuos que viv&iacute;an independientemente unos de otros en estado natural: "La ciudad es asimismo por naturaleza anterior a la familia y a cada uno de nosotros". El todo, argumenta Arist&oacute;teles, es anterior a las partes; destruido lo corporal, nos dice, no habr&aacute; "ni pie ni mano a no ser en sentido equ&iacute;voco"; el ejemplo que toma como referencia sugiere una interpretaci&oacute;n organicista de lo social, en la que se recalca la dependencia del individuo con respecto a la sociedad </span></p><p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #660000; font-family: Arial; mso-ansi-language: ES;">"Es pues manifiesto que la ciudad es por naturaleza anterior al individuo, pues si el individuo no puede de por s&iacute; bastarse a s&iacute; mismo, deber&aacute; estar con el todo pol&iacute;tico en la misma relaci&oacute;n que las otras partes lo est&aacute;n con su respectivo todo. El que sea incapaz de entrar en esta participaci&oacute;n com&uacute;n, o que, a causa de su propia suficiencia, no necesite de ella, no es m&aacute;s parte de la ciudad, sino que es una bestia o un dios". ("Pol&iacute;tica", libro 1,1) </span></p><p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-outline-level: 4;"><span style="color: #334d55; font-family: Arial; mso-bidi-font-weight: bold; mso-ansi-language: ES;">3.</span></p><p style="background: white; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">El n&uacute;cleo originario de la comunidad social o pol&iacute;tica es la familia. Las necesidades naturales de los hombres, las necesidades reproductivas que llevan al apareamiento, por ejemplo, llevan a la configuraci&oacute;n de este peque&ntilde;o grupo social que ser&aacute; la base de organizaciones m&aacute;s amplias como la aldea y la ciudad: "La familia es as&iacute; la comunidad establecida por la naturaleza para la convivencia de todos los d&iacute;as". Las peque&ntilde;as asociaciones de grupos familiares dan lugar a surgimiento de la aldea; y la asociaci&oacute;n de aldeas da lugar a la constituci&oacute;n de la ciudad: "de aqu&iacute; que toda ciudad exista por naturaleza, no de otro modo que las primeras comunidades, puesto que es ella el fin de las dem&aacute;s". Arist&oacute;teles utiliza tambi&eacute;n el argumento del lenguaje para reforzar su interpretaci&oacute;n de la sociabilidad natural del hombre: a diferencia de otros animales el hombre dispone del lenguaje, un instrumento de comunicaci&oacute;n, por ejemplo, que requiere necesariamente del otro para poder ejercitarse; ser&iacute;a absurdo que la naturaleza nos hubiera dotado de algo superfluo; y ser&iacute;a dif&iacute;cilmente explicable el fen&oacute;meno ling&uuml;&iacute;stico si parti&eacute;ramos de la concepci&oacute;n de la anterioridad del individuo respecto a la sociedad.</span></p><p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #660000; font-family: Arial; mso-ansi-language: ES;">"El por qu&eacute; sea el hombre un animal pol&iacute;tico, m&aacute;s a&uacute;n que las abejas y todo otro animal gregario, es evidente. La naturaleza - seg&uacute;n hemos dicho - no hace nada en vano; ahora bien, el hombre es entre los animales el &uacute;nico que tiene palabra." (Pol&iacute;tica, libro 1, 1)</span></p><p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-outline-level: 4;"><span style="color: #334d55; font-family: Arial; mso-bidi-font-weight: bold; mso-ansi-language: ES;">4.</span></p><p style="background: white; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Arist&oacute;teles, como Plat&oacute;n, considera que el fin de la sociedad y del Estado es garantizar el bien supremo de los hombres, su vida moral e intelectual; la realizaci&oacute;n de la vida moral tiene lugar en la sociedad, por lo que el fin de la sociedad, y del Estado por consiguiente, ha de ser garantizarla. De ah&iacute; que tanto uno como otro consideren injusto todo Estado que se olvide de este fin supremo y que vele m&aacute;s por sus propios intereses que por los de la sociedad en su conjunto. De ah&iacute; tambi&eacute;n la necesidad de que un Estado sea capaz de establecer leyes justas, es decir, leyes encaminadas a garantizar la consecuci&oacute;n de su fin. Las relaciones que se establecen entre los individuos en una sociedad son, pues, relaciones naturales. Arist&oacute;teles estudia esas "leyes" de las relaciones entre los individuos tanto en la comunidad dom&eacute;stica, la familia, como en el conjunto de la sociedad, deteni&eacute;ndose tambi&eacute;n en el an&aacute;lisis de la actividad econ&oacute;mica familiar, del comercio y del dinero.</span></p><p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-outline-level: 4;"><span style="color: #334d55; font-family: Arial; mso-bidi-font-weight: bold; mso-ansi-language: ES;">5.</span></p><p style="background: white; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">As&iacute;, respecto a la comunidad dom&eacute;stica, considera naturales las relaciones hombre-mujer, padres-hijos y amo-esclavos; de esa naturalidad se deduce la preeminencia del hombre sobre la mujer en el seno de la familia, la de los padres sobre los hijos y la del amo sobre los esclavos; en este sentido no hace m&aacute;s que reflejar las condiciones reales de la sociedad ateniense de la &eacute;poca, limit&aacute;ndose a sancionarla. Resulta chocante en la actualidad la consideraci&oacute;n de la esclavitud como un estado natural de algunos hombres, tanto como la consideraci&oacute;n negativa y subsidiaria de la mujer. Respecto a la actividad econ&oacute;mica considera que hay una forma natural de enriquecimiento derivada de las actividades tradicionales de pastoreo, pesca, caza y agricultura, estableciendo sus dudas acerca de que sea una actividad natural el trueque, a menos que sea para satisfacer una necesidad. El uso del dinero como forma de enriquecimiento es considerado "no natural", criticando especialmente el aumento del dinero mediante el pr&eacute;stamo con inter&eacute;s; (no podemos imaginar lo que pensar&iacute;a Arist&oacute;teles de nuestro actual sistema financiero...) </span></p><p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-outline-level: 4;"><span style="color: #334d55; font-family: Arial; mso-bidi-font-weight: bold;">6.</span></p><p style="background: white; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">En el estudio de las diversas Constituciones de las ciudades-estado de su &eacute;poca nos propone una teor&iacute;a de las formas de gobierno basada en una clasificaci&oacute;n que toma como referencia si el gobierno procura el inter&eacute;s com&uacute;n o busca su propio inter&eacute;s. Cada una de estas clases se divide a su vez en tres formas de gobierno, o tres tipos de constituci&oacute;n: las buenas constituciones y las malas o desviadas. Las consideradas buenas formas de gobierno son la Monarqu&iacute;a, la Aristocracia y la Democracia (Politeia); las consideradas malas, y que representan la degeneraci&oacute;n de aquellas son la Tiran&iacute;a, la Oligarqu&iacute;a y la Democracia extrema o (Demagogia). La Monarqu&iacute;a, el gobierno del m&aacute;s noble con la aceptaci&oacute;n del pueblo y el respeto de las leyes, se opone a la Tiran&iacute;a, donde uno se hace con el poder violentamente y gobierna sin respetar las leyes; La Aristocracia, el gobierno de los mejores y de mejor linaje, se opone a la Oligarqu&iacute;a, el gobierno de los m&aacute;s ricos; La Democracia o Politeia, el gobierno de todos seg&uacute;n las leyes establecidas, se opone a la Demagogia, el gobierno de todos sin respeto de las leyes, donde prevalece la demagogia sobre el inter&eacute;s com&uacute;n. </span></p><h2 style="background: white; margin: 10pt; text-align: justify;"><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; color: #00ff00; mso-bidi-font-weight: bold;">Las formas de gobierno </span></h2><p style="background: white; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: #3366ff; font-family: Arial;">La Democracia</span></strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: #3366ff; font-family: Arial;"> moderada</span></strong><span style="color: #3366ff; font-family: Arial;"> o "Politeia" es considerada por Arist&oacute;teles la mejor forma de gobierno, tomando como referencia la organizaci&oacute;n social de la ciudad-estado griega; <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">una sociedad por lo tanto no excesivamente numerosa, con unas dimensiones relativamente reducidas y con autosuficiencia econ&oacute;mica y militar, de modo que pueda atender a todas las necesidades de los ciudadanos, tanto b&aacute;sicas como de ocio y educativas.</strong> Lo que le hace rechazar, o considerar inferiores, las otras formas buenas de gobierno es su inadecuaci&oacute;n al tipo de sociedad que imagina, consider&aacute;ndolas adecuadas para sociedades o menos complejas y m&aacute;s rurales o tradicionales; pero tambi&eacute;n el peligro de su degeneraci&oacute;n en Tiran&iacute;a u Oligarqu&iacute;a, lo que representar&iacute;a un grave da&ntilde;o para los intereses comunes de los ciudadanos. Probablemente Arist&oacute;teles tenga presente el tipo de democracia imperante en Atenas a finales del siglo V, la de la Constituci&oacute;n de los cinco mil; le parece preferible una sociedad en la que predominen las clases medias y en la que en los ciudadanos se vayan alternando en las distintas funciones de gobierno, entendiendo que una distribuci&oacute;n m&aacute;s homog&eacute;nea de la riqueza elimina las causas de los conflictos y garantiza de forma m&aacute;s adecuada la consecuci&oacute;n de los objetivos de la ciudad y del Estado.</span></p>]]></description><pubDate>Tue, 02 Dec 2008 20:03:00 +0000</pubDate></item><item><title>Europeana, el 'museo virtual' europeo, abre sus puertas a los internautas</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/112101-europeana-el-museo-virtual-europeo-abre-sus-puertas-a-los-internautas.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/112101-europeana-el-museo-virtual-europeo-abre-sus-puertas-a-los-internautas.php</guid><description><![CDATA[<p class="subtitle" style="margin: 12pt 15pt 12pt 0cm;"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 8.5pt;"></span></p><p class="subtitle" style="margin: 12pt 15pt 12pt 0cm;"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 8.5pt;">El &rsquo;museo virtual&rsquo; europeo, ofrece acceso gratuito a m&aacute;s de dos millones de documentos digitalizados procedentes de centros culturales de toda Europa</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 15pt 0pt 0cm;"><span class="info8"><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana;">Efe, Bruselas &#124; Diario de Jerez</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 15pt 0pt 0cm;"><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 15pt 0pt 0cm;"><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 9.5pt;">Este proyecto, <strong>impulsado por la Comisi&oacute;n Europea</strong>, re&uacute;ne en una &uacute;nica p&aacute;gina webparte de la colecci&oacute;n de un millar de bibliotecas, pinacotecas, videotecas, hemerotecas y fonotecas repartidas por el viejo continente. <br /><br />Los visitantes pueden buscar y acceder directamente a los documentos en su idioma original, y <strong>descargarlos de forma gratuita</strong> en la mayor&iacute;a de los casos, ya que los derechos de autor han pasado a dominio p&uacute;blico o han sido cedidos a la p&aacute;gina, explic&oacute; una de las responsables del proyecto, Elisabeth Niggemann, en su presentaci&oacute;n. <br /><br />La p&aacute;gina, no obstante, "apenas ha comenzado su andadura", ya que por ahora s&oacute;lo se ha digitalizado el uno por ciento de los documentos que albergan las instituciones culturales europeas, a&ntilde;adi&oacute; Niggemann. <br /><br />Si el internauta teclea &rsquo;Cervantes&rsquo; en el buscador, aparecen 278 documentos a consultar, mientras que otros nombres ilustres de la literatura europea como Shakespeare o Flaubert obtienen en torno al millar de entradas. <br /><br />Un hecho hist&oacute;rico m&aacute;s cercano en el tiempo, como es la Guerra Civil espa&ntilde;ola, da 1.506 resultados, de los cuales 1.194 son v&iacute;deos; 274, im&aacute;genes; 37, textos; y los restantes, un archivo sonoro. <br /><br /><strong>Francia, Holanda y el Reino Unido juntos han aportado casi el 70 por ciento de los contenidos disponibles</strong>, mientras que la mayor&iacute;a de pa&iacute;ses -entre ellos Espa&ntilde;a- no llega al 2 por ciento. <br /><br />Esta desigualdad en las aportaciones se debe a una "saturaci&oacute;n" en el procesado de los contenidos, ya que las limitaciones temporales y t&eacute;cnicas impidieron colgar "miles" de documentos en la p&aacute;gina, que se encuentran a la espera de ser a&ntilde;adidos en los pr&oacute;ximos meses, explic&oacute; Niggemann. <br /><br />Todos los contenidos disponibles <strong>han sido digitalizados en los centros o instituciones nacionales</strong> y luego albergados en soportes virtuales propios -servidores de internet-, fuentes a las que Europeana accede por medio de la tecnolog&iacute;a web 2.0. <br /><br />As&iacute;, los internautas no necesitan dirigirse a otras p&aacute;ginas para consultar los documentos -a diferencia de buscadores como Google- y al mismo tiempo las instituciones culturales nacionales mantienen el control de los contenidos, actuando como "garantes" de su autenticidad, explic&oacute; Niggeman. <br /><br />"Europeana n<strong>o significa ninguna competencia para Google</strong>, porque ofrece servicios muy diferentes", afirm&oacute; la responsable de la p&aacute;gina. <br /><br />Google, por su parte, ha dado hoy la bienvenida a la puesta en marcha de la p&aacute;gina, y la ha calificado en un comunicado como "una se&ntilde;al de que autores, editores, bibliotecas y compa&ntilde;&iacute;as tecnol&oacute;gicas pueden democratizar el acceso al saber". <br /><br />Para lanzar Europeana han sido necesarios <strong>tres a&ntilde;os de trabajo </strong>coordinado por la Fundaci&oacute;n Biblioteca Digital Europea, y se han invertido unos 60 millones de euros empleados en su mayor parte en desarrollar la tecnolog&iacute;a necesaria para digitalizar los contenidos, seg&uacute;n la Comisi&oacute;n Europea. <br /><br />El Ejecutivo Comunitario se ha fijado el objetivo de alcanzar los <strong>10 millones de documentos accesibles en 2010</strong>, para lo cual destinar&aacute; otros 120 millones de euros. <br /><br />El coste del proyecto ha sido compartido por los Estados miembros, que se han hecho cargo de financiar las digitalizaciones de sus centros culturales, aunque la CE pidi&oacute; "esfuerzos suplementarios" tanto a los Gobiernos como al sector privado, y en concreto a las editoriales y a las empresas tecnol&oacute;gicas. <br /><br /><strong>La p&aacute;gina puede consultarse en 24 idiomas</strong>, casi todos los oficiales de la Uni&oacute;n Europea m&aacute;s el catal&aacute;n, el island&eacute;s y el noruego.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 15pt 0pt 0cm;"><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 9.5pt;"></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 15pt 0pt 0cm;"><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 9.5pt;"><a href="http://dev.europeana.eu/">http://dev.europeana.eu/</a></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 15pt 0pt 0cm;"><span style="font-family: Verdana; mso-bidi-font-size: 9.5pt;"></span><p>&nbsp;</p><div></div><div></div><div></div></p><div></div><p>&nbsp;</p>]]></description><pubDate>Fri, 21 Nov 2008 13:14:00 +0000</pubDate></item><item><title>ANA FRANK</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/111001-ana-frank.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/111001-ana-frank.php</guid><description><![CDATA[<p><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>Annelies Marie "Anne" Frank</strong>, conocida en castellano como <strong>Ana Frank</strong> (12 de junio de 1929 - marzo de 1945) fue una ni&ntilde;a jud&iacute;a alemana, que dej&oacute; constancia en su diario de sus experiencias en un escondrijo o desv&aacute;n construido en un edificio de oficinas, mientras se ocultaba con su familia de los nazis en &Aacute;msterdam durante la Segunda Guerra Mundial. Su familia fue capturada y llevada a distintos campos de concentraci&oacute;n alemanes, donde morir&iacute;an todos salvo su padre, Otto. Anne fue enviada a los campos de concentraci&oacute;n nazis de Auschwitz el 2 de septiembre de 1944 y m&aacute;s tarde al campo de concentraci&oacute;n de Bergen-Belsen. Muri&oacute; all&iacute; de fiebre tifoidea a finales de febrero o principios de marzo de 1945, pocos d&iacute;as antes de que &eacute;ste fuera liberado.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">A&ntilde;os despu&eacute;s, su padre public&oacute; su famoso diario, conocido en espa&ntilde;ol como el Diario de Ana Frank.</span></p><p><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: #3366ff;"><span style="font-family: Times New Roman;">Biograf&iacute;a</span></span></strong></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Naci&oacute; en Fr&aacute;ncfort del Meno (Hesse), siendo la segunda hija de Otto Heinrich Frank (12 de mayo de 1889 - 19 de agosto de 1980) y su mujer Edith Hollander (16 de enero de 1900 - 6 de enero de 1945), una familia de patriotas alemanes que hab&iacute;an participado en la Primera Guerra Mundial. Ten&iacute;a una hermana mayor, Margot Frank (16 de febrero de 1926 - marzo de 1945). Junto con su familia, tuvo que mudarse a &Aacute;msterdam, huyendo de los nazis. All&iacute; le regalaron un diario al cumplir los trece a&ntilde;os. Muy poco despu&eacute;s, su familia tuvo que ocultarse en un escondrijo, la <em>Achterhuis</em>, situada en un viejo edificio en el Prinsengracht, un canal en el lado occidental de &Aacute;msterdam, y cuya puerta estaba escondida tras una estanter&iacute;a. All&iacute; vivieron durante la ocupaci&oacute;n alemana, desde el 9 de julio de 1942 hasta el 3 de agosto de 1944.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">En el escondite hab&iacute;a 8 personas: sus padres, Otto y Edith Frank; ella y su hermana Margot; el se&ntilde;or Dussel, un dentista jud&iacute;o cuyo nombre real era Fritz Pfeffer, y el se&ntilde;or y la se&ntilde;ora van Daan con su hijo Peter (cuyo apellido real era van Pels). Durante aquellos a&ntilde;os, Anne escribi&oacute; su diario, en el que describ&iacute;a su miedo a vivir escondida durante a&ntilde;os, sus nacientes sentimientos por Peter, los conflictos con sus padres, y su vocaci&oacute;n de escritora. Pocos meses antes de ser descubiertos, empez&oacute; a reescribir su diario con la idea de publicarlo tras la guerra.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Despu&eacute;s de m&aacute;s de dos a&ntilde;os, un informador holand&eacute;s gui&oacute; a la Gestapo a su escondite. Fueron arrestados por la Gr&uuml;ne Polizei y, el 2 de septiembre de 1944 toda la familia fue trasladada en tren de Westerbork a Auschwitz, viaje que les llev&oacute; tres d&iacute;as. Mientras tanto, Miep Gies y Elly Vossen, dos de los que los protegieron mientras estuvieron escondidos, encontraron y guardaron el diario.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Anne, Margot y Edith Frank, la familia van Pels y Fritz Pfeffer no sobrevivieron a los campos de concentraci&oacute;n nazis (aunque Peter van Pels muri&oacute; durante las marchas entre campos de concentraci&oacute;n). Margot y Anne pasaron un mes en Auschwitz-Birkenau y luego fueron enviadas a Bergen-Belsen, donde murieron de fiebre tifoidea en marzo de 1945, poco antes de la liberaci&oacute;n. S&oacute;lo Otto logr&oacute; salir de los campos de concentraci&oacute;n con vida. Miep le dio el diario, que editar&iacute;a con el fin de publicarlo con el t&iacute;tulo <em>Diario de Ana Frank</em>, que ha sido ya publicado en 60 idiomas.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">La tumba de Anne y Margot Frank est&aacute; en el lugar donde estaba el Bergen-Belsen.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">La foto de la estatua de Anne Frank se encuentra en Amsterdam, justo detr&aacute;s de la Iglesia, y no en Utrecht</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: ES;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p>]]></description><pubDate>Mon, 10 Nov 2008 13:51:00 +0000</pubDate></item><item><title>Guadalquivir, Patrimonio de Andaluc&#xED;a</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/110601-guadalquivir-patrimonio-de-andalucia.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/110601-guadalquivir-patrimonio-de-andalucia.php</guid><description><![CDATA[<p><span style="font-family: Times New Roman;">El r&iacute;o <span style="mso-bidi-font-weight: bold;">Guadalquivir</span> es <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">un r&iacute;o Andaluz</strong> que nace en la Ca&ntilde;ada de las Fuentes, en t&eacute;rmino municipal de Quesada, en la Sierra de Cazorla (Ja&eacute;n), discurre por las provincias de Ja&eacute;n, C&oacute;rdoba y Sevilla y desemboca por Sanl&uacute;car de Barrameda, en un amplio estuario entre la provincia de C&aacute;diz y la de Huelva. Entre Sevilla y el estuario, se sit&uacute;a una amplia zona h&uacute;meda: las Marismas del Guadalquivir. Es el quinto r&iacute;o por extensi&oacute;n de la pen&iacute;nsula Ib&eacute;rica.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;">En su recorrido por Andaluc&iacute;a de este a oeste, atraviesa ciudades de la importancia de Sevilla o C&oacute;rdoba. Su nombre deriva del &aacute;rabe <em>al-wadi al-Kabir</em> &#1575;&#1604;&#1608;&#1575;&#1583;&#1610; &#1575;&#1604;&#1603;&#1576;&#1610;&#1585; (&laquo;el r&iacute;o grande&raquo;), mientras que los romanos lo llamaron Betis y los griegos, que fueron los primeros en interesarse por el Gran Rio del sur de la provincia romana Baetica, situad en la Peninsula hisp&aacute;nica a trav&eacute;s de la informaci&oacute;n recogida por los fenicios, le llamaron <strong>R&iacute;o de Tartessos.</strong> Al existir una civilizaci&oacute;n muy desarrollada all&iacute; <strong>Tartessia</strong>, con capital en <strong>Asta Regia</strong>, actualmente Xerez de la Frontera</span></p><p class="MsoNormal" style="background: #f9f9f9; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" align="center"><span style="font-size: 14pt; mso-ansi-language: ES;"><span style="font-family: Times New Roman;">&iexcl;Oh gran r&iacute;o, gran rey de Andaluc&iacute;a,<br />De arenas nobles ya que no doradas!</span></span></p><p class="MsoNormal" style="background: #f9f9f9; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;" align="right"><span style="font-size: 14pt; mso-ansi-language: ES;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p><p class="MsoNormal" style="background: #f9f9f9; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;" align="right"><span style="font-size: 18pt; mso-ansi-language: ES;"><span style="font-family: Times New Roman;">Fragmento de <em>A C&oacute;rdoba</em>, de G&oacute;ngora</span></span></p>]]></description><pubDate>Thu, 06 Nov 2008 13:24:00 +0000</pubDate></item><item><title>La Basura es Comida</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/110401-la-basura-es-comida.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/110401-la-basura-es-comida.php</guid><description><![CDATA[<p><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>Michael Braungart</strong> es un Qu&iacute;mico y fundador de la Agencia para el Fomento de la Protecci&oacute;n Ambiental (EPEA) en Alemania. Anteriormente hab&iacute;a sido director de la secci&oacute;n de qu&iacute;mica de Greenpeace. Desde 1984 ha estado ofreciendo conferencias en empresas, instituciones y universidades, sobre nuevos conceptos cr&iacute;ticos para la qu&iacute;mica ecol&oacute;gica y la gesti&oacute;n de los flujos de materiales. Ha recibido multitud de distinciones y premios, y ha sido profesor invitado por diversas organizaciones, como la Heinz Endowment o la W. Alton Jones Foundation, entre otras.</span></p><h1 style="margin: auto 0cm;"><span style="font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 24.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">William McDonough</span></span></h1><p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-ansi-language: EN-GB;">Arquitecto y fundador de William McDonough+Partners, Architecture and Community Design. </span>Desde 1994 hasta 1999 fue decano de la escuela de arquitectura de la Universidad de Virginia. En 1999, la revista Time le concedi&oacute; el t&iacute;tulo de "H&eacute;roe del Planeta", porque "su utopismo est&aacute; basado en una filosof&iacute;a unificada que est&aacute; cambiando el dise&ntilde;o del mundo de manera demostrable y pr&aacute;ctica". En 1996 recibi&oacute; el Premio Presidencial de Desarrollo Sostenible, m&aacute;ximo galard&oacute;n en los Estados Unidos en materia de medio ambiente. Tambi&eacute;n ha sido galardonado por el Presidente Bush, tiene el premio Geen Award de la Universidad de Columbia y pertenece al Consejo Asesor de la Fundaci&oacute;n medioambiental del Pr&iacute;ncipe Carlos de Inglaterra.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="color: #3366ff; font-family: Tahoma;">&nbsp;</span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: #3366ff;">McDonough: </span></strong><span style="color: #3366ff;">Creo que todo presidente de compa&ntilde;&iacute;a inteligente reconoce que la salud, seguridad y productividad de sus empleados son el activo m&aacute;s grande en los libros de la empresa. Mantener a la gente feliz y productiva puede significar un gran cambio. La f&aacute;brica de muebles Herman Miller en Holland, Michigan, que terminamos en 1995 tiene abundancia de luz diurna y aire fresco. Gan&oacute; el primer premio anual "Buen dise&ntilde;o es buen negocio" auspiciado por la revista Business Week y el Instituto de Arquitectos de Estados Unidos. Los monitores de luz en el techo canalizan los rayos de luz hacia los salones de la f&aacute;brica y los pantanos artificiales creados en torno a la instalaci&oacute;n retienen y purifican el agua de tormentas. Tambi&eacute;n usa menos energ&iacute;a que una f&aacute;brica corriente debido a la luz del d&iacute;a. La productividad de la compa&ntilde;&iacute;a aument&oacute; el 25 por ciento despu&eacute;s que los empleados se mudaron al nuevo edificio. Ese aumento de productividad representa 60 millones de d&oacute;lares de producci&oacute;n por a&ntilde;o para Herman Miller. El nuevo edificio cuesta 15 millones de d&oacute;lares, y logran ganancias significativamente mayores con m&aacute;s producci&oacute;n con el mismo n&uacute;mero de personas felices. Preg&uacute;ntele a cualquier presidente de compa&ntilde;&iacute;a si aceptar&iacute;a un aumento de ganancia anual de m&aacute;s del 100 por ciento en una inversi&oacute;n. Cada a&ntilde;o. Es asombroso.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p><p style="line-height: 150%;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;">William McDonough es un arquitecto americano, experto en desarrollo sostenible, ha elaborado la teor&iacute;a de "la basura es comida", que implica una segunda revoluci&oacute;n industrial en la que cobrar&aacute;n importancia criterios como los productos biodegradables, la ecointeligencia y crear f&aacute;bricas que respeten el medio ambiente generando m&aacute;s beneficios que antes. En 1999, la revista Time le concedi&oacute; el t&iacute;tulo de "H&eacute;roe del Planeta", porque "su utopismo est&aacute; basado en una filosof&iacute;a unificada que est&aacute; cambiando el dise&ntilde;o del mundo de manera demostrable y pr&aacute;ctica". En 1996 recibi&oacute; el Premio Presidencial de Desarrollo Sostenible, m&aacute;ximo galard&oacute;n en los Estados Unidos en materia de medio ambiente.&nbsp;</span></span></p><p style="line-height: 150%;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p><p style="line-height: 150%;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p><p style="line-height: 150%;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;">La firma de arquitectos William McDonough &amp; Partners ha dise&ntilde;ado complejos empresariales para Nike Europe y The Gap Incorporated as&iacute; como una planta para la compa&ntilde;&iacute;a fabricante de muebles Herman Miller. En el Colegio Oberlin en el estado de Ohio, McDonough &amp; Partners cre&oacute; un centro de estudios del medio ambiente que purifica su propia agua y ha sido dise&ntilde;ado con el concepto de que un edificio puede producir m&aacute;s energ&iacute;a que la que consume. </span></span></p><ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: black; tab-stops: list 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Times New Roman;">En 1995 el arquitecto se asoci&oacute; con el qu&iacute;mico alem&aacute;n Michael Braungart para crear una compa&ntilde;&iacute;a, llamada McDonough Braungart Design Chemistry, que se especializa en materiales de manufactura innocuos para el medio ambiente y trabaja con clientes como Nike, Ford, BASF y BP para desarrollar lo que McDonough llama "la pr&oacute;xima revoluci&oacute;n industrial".</span></li></ul><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p><ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: black; tab-stops: list 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-family: Times New Roman;">En 1999 McDonough lleg&oacute; a un acuerdo con Ford Motor Company para volver a dise&ntilde;ar su extensa planta de producci&oacute;n de River Rouge, en Dearborn, Michigan, construida hace 80 a&ntilde;os. El plan contempla una ambiciosa restauraci&oacute;n industrial/medioambiental, la primera de su clase, que demandar&aacute; 20 a&ntilde;os para ser terminada.</span></li></ul><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;<strong>Nota:</strong></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong>Tras haber visto una noche tem&aacute;tica en La 2, y b&uacute;squeda de informaci&oacute;n en p&aacute;ginas de INTERNET. </span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #000000;"></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></p>]]></description><pubDate>Tue, 04 Nov 2008 14:28:00 +0000</pubDate></item><item><title>DARWIN 4</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/102901-darwin-4.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/102901-darwin-4.php</guid><description><![CDATA[<P><SPAN style="COLOR: blue">En un planeta ficticio de nombre Darwin 4, ubicado fuera de nuestro sistema solar, se desarrollarán las mayores aventuras de la humanidad. En tan solo unas décadas saldrán, en busca de vida, satélites equipados con inteligencia artificial. </SPAN></P><br /><P><SPAN style="COLOR: blue">Esta es una premisa que se presenta en este programa especial de Discovery Channel, Misión Espacial. </SPAN></P><br /><P><SPAN style="COLOR: blue">El programa, realizado con técnicas de animación por computadora, está basado en las más recientes investigaciones científicas de la NASA, del proyecto Darwin y de la Agencia Europea Espacial, y presenta además a renombrados científicos entre los que se encuentran Stephen W. Hawking, Michio Kaku y J. Craig Venter; además del creador de La Guerra de las Galaxias, George Lucas, discutiendo las posibilidades de vida más allá de nuestro sistema solar. </SPAN></P><br /><P><SPAN style="COLOR: blue">"La vida que existe en la Tierra debe haberse generado por sí sola", afirma Stephen W. Hawking, físico y autor de "Breve Historia del Tiempo". "Entonces, debe ser posible que la vida se genere espontáneamente en otro lugar del Universo", completa. </SPAN></P><br /><P><B><SPAN style="COLOR: blue">EL PROGRAMA</SPAN></B><SPAN style="COLOR: blue"> </SPAN></P><br /><P><SPAN style="COLOR: blue">Después de haber identificado el planeta Darwin 4, ubicado a 6,5 años luz de la Tierra, como un hábitat que acoge la existencia de vida, el programa Misión Espacial muestra el trabajo de varios científicos que deciden enviar a este planeta una misión no tripulada formada por una nave nodriza (conocida también como Von Braun) y tres sondas: Balboa, Da Vinci y Newton. </SPAN></P><br /><P><SPAN style="COLOR: blue">El objetivo consistirá en encontrar o demostrar la existencia de cualquier forma de vida en Darwin 4. El planeta será observado de cerca por los "ojos" de las sondas Newton (apodada Ike) y Da Vinci (apellidada Leo). </SPAN></P><br /><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><SPAN style="COLOR: blue">&nbsp;</SPAN></P><br /><P><SPAN style="COLOR: blue">Los datos obtenidos serán transmitidos a Von Braun y posteriormente enviados a la Tierra. Aunque simplemente se esperaba encontrar vida microscópica, las sondas detectaron un desarrollado ecosistema exactamente igual al de la Tierra. La vida que Darwin 4 parece sustentar pondrá a prueba los límites de la tecnología. De hecho, se tiene la impresión de que la vida en este planeta es mayor, más rápida y más peligrosa. </SPAN></P><br /><P><SPAN style="COLOR: blue">Algo como nunca antes se había imaginado. Como apunta Michio Kaku, uno de los fundadores de la teoría de las cuerdas y profesor de la Universidad de la Ciudad de Nueva York, "cuando encontremos forma de vida inteligente en el espacio, habrá muchas probabilidades de que sean descendientes de los depredadores". </SPAN></P><br /><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center><SPAN style="COLOR: blue">&nbsp;</SPAN></P><br /><P><SPAN style="COLOR: blue">Basándose en el libro titulado "Expedición" del escritor y artista Wayne Barlowe, y en exploraciones reales, los científicos ubicaron el hipotético planeta Darwin 4 en un conocido sistema solar. La misión se convierte en realidad gracias a la utilización de las técnicas más avanzadas del mundo de la animación por computador. Los efectos visuales de los Meteor Studios y la creatividad del equipo de Discovery Channel, premiado por el programa "When Dinosaurs Roamed", jugaron también un papel fundamental. </SPAN></P><br /><P><SPAN style="COLOR: blue">De entre los especialistas que opinaron sobre la misión Darwin 4 destacamos a: Hawking, Venter, Kaku y Jack Horner; George Lucas, director de La Guerra de las Galaxias; los científicos y biólogos Garvin y Victoria Meadows; Randy Pollock, arquitecto de sistemas de instrumentación espacial; Hamilton Sundstrand y Joan Horvath, directores ejecutivos de la Liga Espacial Global; James Kirkland, paleontólogo del Instituto de Investigación Geológica de Utah; David Moriarty y Curtis Clark, ambos profesores del Departamento de Ciencias Biológicas de la Universidad Estatal Politécnica de California.</SPAN></P><br /><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="COLOR: blue">&nbsp;</SPAN></P>]]></description><pubDate>Wed, 29 Oct 2008 15:23:00 +0000</pubDate></item><item><title>LIBERMARC</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/082803-libermarc.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/082803-libermarc.php</guid><description><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">LIBER-MARC</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">, un Sistema creado y desarrollado en respuesta a las necesidades de las Bibliotecas Actuales, que ha ido evolucionando y adapt&aacute;ndose a las necesidades, cada vez m&aacute;s crecientes, del sector bibliotecario, hasta convertirse en un programa capaz de satisfacer las necesidades de las Bibliotecas m&aacute;s exigentes. </span></p><p><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">Un programa dise&ntilde;ado para satisfacer las necesidades de todo tipo de biblioteca, ya sea grande o peque&ntilde;a. &ldquo;Existe una soluci&oacute;n en LIBER-MARC para cada necesidad&rdquo;. </span></p><p><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;"><br />LIBER-MARC es un programa completo a la vez que sencillo, flexible y fiable.</span></p><p><strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">COMPLETO</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;"></span></p><p><strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">LIBER-MARC</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;"> contiene todos los m&oacute;dulos necesarios en la Gesti&oacute;n Bibliotecaria, cada uno de ellos est&aacute; dirigido a solucionar problemas concretos y abarca todas las operaciones que se realizan sobre cada documento que ingresa en la Biblioteca con el objetivo de ponerlo a disposici&oacute;n de los lectores y usuarios.</span></p><p><strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">LIBER-MARC</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;"> incorpora todas las funciones que precisa una Gesti&oacute;n Bibliotecaria:</span></p><ul type="disc"><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: #4f6a75; tab-stops: list 36.0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Helvetica;">Catalogaci&oacute;n. (MARC, ISBD...)</span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: #4f6a75; tab-stops: list 36.0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Helvetica;">Control de Suscripciones.</span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: #4f6a75; tab-stops: list 36.0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Helvetica;">Gesti&oacute;n y Catalogaci&oacute;n de Recursos Electr&oacute;nicos.</span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: #4f6a75; tab-stops: list 36.0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Helvetica;">Compras y Adquisiciones.</span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: #4f6a75; tab-stops: list 36.0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Helvetica;">Usuarios y Pr&eacute;stamos.</span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: #4f6a75; tab-stops: list 36.0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Helvetica;">Estad&iacute;sticas.</span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: #4f6a75; tab-stops: list 36.0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Helvetica;">Consultas y Listados.</span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: #4f6a75; tab-stops: list 36.0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Helvetica;">OPAC.</span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: #4f6a75; tab-stops: list 36.0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Helvetica;">Publicaci&oacute;n de cat&aacute;logos en Internet.</span></li></ul><p><strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">SECILLO</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;"></span></p><p><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">La utilizaci&oacute;n de entornos gr&aacute;ficos, sus pantallas claras y amigables y la utilizaci&oacute;n de ordenadores y sistemas est&aacute;ndares, hacen de LIBER-MARC el programa m&aacute;s sencillo y amigable del mercado, a&uacute;n para usuarios sin grandes conocimientos inform&aacute;ticos.</span></p><p><strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">FLEXIBLE</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;"></span></p><p><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">Sus diferentes opciones hacen que LIBER-MARC de respuesta a las necesidades de cualquier Biblioteca, adapt&aacute;ndose a sus caracter&iacute;sticas.</span></p><p><strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">FIABLE</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;"></span></p><p><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">LIBER-MARC mantiene un respeto absoluto a los est&aacute;ndares del sector bibliotecario; ISBD, IBERMARC.... A la vez que utiliza los est&aacute;ndares del sector inform&aacute;tico; Sistemas Operativos Windows, redes locales con protocolos TCP/IP, tecnolog&iacute;a World Wide Web para Internet.</span></p><p><strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">ECON&Oacute;MICO</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;"></span></p><p><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica;">El estar desarrollado y funcionar sobre ordenadores y sistemas compatibles hacen que LIBER-MARC sea un programa asequible a todos los presupuestos, incluso a los de las peque&ntilde;as Bibliotecas.</span></p><p><span style="font-size: 10pt; color: #4f6a75; font-family: Helvetica; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: ES; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: ES; mso-bidi-language: AR-SA;">Por todo ello <strong>LIBER-MARC</strong>, con m&aacute;s de un millar de Bibliotecas instaladas, es el Sistema Integrado de Gesti&oacute;n de Bibliotecas con mayor implantaci&oacute;n en la geograf&iacute;a espa&ntilde;ola. Queremos agradecer la confianza y el apoyo de todos nuestros usuarios y reiteramos nuestro compromiso de seguir super&aacute;ndonos.</span></p>]]></description><pubDate>Thu, 28 Aug 2008 22:02:00 +0000</pubDate></item><item><title>El Oscurecimiento Global</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/072001-el-oscurecimiento-global.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/072001-el-oscurecimiento-global.php</guid><description><![CDATA[<p><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>Oscurecimiento global</strong> es un t&eacute;rmino que describe la reducci&oacute;n gradual de la cantidad de </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Luz_solar" title="Luz solar"><span style="font-family: Times New Roman;">luz solar</span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> observada que alcanza la superficie terrestre desde la d&eacute;cada de los </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/A%C3%B1os_1950" title="A&ntilde;os 1950"><span style="font-family: Times New Roman;">a&ntilde;os 1950</span></a><span style="font-family: Times New Roman;">. Se piensa que ha sido provocado por un incremento de part&iacute;culas como el negro de carb&oacute;n (o carbonilla) en la atm&oacute;sfera debido a las actividades humanas, principalmente la combusti&oacute;n, tanto industrial como en el transporte. El efecto var&iacute;a con la localizaci&oacute;n, pero globalmente la reducci&oacute;n ha sido del orden de un 4% en tres d&eacute;cadas (1970-1990). El oscurecimiento global ha interferido con el </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ciclo_hidrol%C3%B3gico" title="Ciclo hidrol&oacute;gico"><span style="font-family: Times New Roman;">ciclo hidrol&oacute;gico</span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> reduciendo la evaporaci&oacute;n y pudo haber provocado sequ&iacute;as en algunas zonas. La tendencia se ha revertido durante la pasada d&eacute;cada. El oscurecimiento global crea un efecto de enfriamiento que ha podido llevar a los cient&iacute;ficos a subestimar los efectos de los </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Gases_de_efecto_invernadero" title="Gases de efecto invernadero"><span style="font-family: Times New Roman;">gases de efecto invernadero</span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> enmascarando parcialmente el llamado </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Calentamiento_global" title="Calentamiento global"><span style="font-family: Times New Roman;">calentamiento global</span></a><span style="font-family: Times New Roman;">.</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;"></span></p><div><span style="font-family: Times New Roman;"></span></div><div><span style="font-family: Times New Roman;"></span></div><div><span style="font-family: Times New Roman;"></span></div><div><span style="font-family: Times New Roman;"></span></div><p><span style="font-family: Times New Roman;">Actualmente se piensa que el oscurecimiento global se debe probablemente a la creciente presencia de </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Aerosol" title="Aerosol"><span style="font-family: Times New Roman;">aerosoles</span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> y otras part&iacute;culas en la </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Atm%C3%B3sfera" title="Atm&oacute;sfera"><span style="font-family: Times New Roman;">atm&oacute;sfera</span></a><span style="font-family: Times New Roman;">. Las part&iacute;culas contaminantes act&uacute;an tambi&eacute;n como n&uacute;cleos de condensaci&oacute;n en torno a los cuales se forman gotas microsc&oacute;picas que van uni&eacute;ndose por coalescencia. Toda </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Nube" title="Nube"><span style="font-family: Times New Roman;">nube</span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> contiene un determinado n&uacute;mero de estas part&iacute;culas pero el incremento causado por la </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Contaminaci%C3%B3n_atmosf%C3%A9rica" title="Contaminaci&oacute;n atmosf&eacute;rica"><span style="font-family: Times New Roman;">contaminaci&oacute;n atmosf&eacute;rica</span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> ha hecho que haya m&aacute;s de la cuenta, con lo que las nubes se cargan con una mayor cantidad de gotas m&aacute;s peque&ntilde;as. Este tipo de nubes se ha calculado que son m&aacute;s <em>blancas</em>, es decir que reflejan mejor la luz solar que las de gotas m&aacute;s grandes pero m&aacute;s escasas. El balance total es que la cobertura nubosa de la </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tierra" title="Tierra"><span style="font-family: Times New Roman;">Tierra</span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> devuelve al espacio m&aacute;s luz solar que antes.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-family: Times New Roman;">Las nubes interceptan tanto el calor del </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sol" title="Sol"><span style="font-family: Times New Roman;">Sol</span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> como el que es radiado por la Tierra. Sus efectos son complejos y var&iacute;an seg&uacute;n el momento, la localizaci&oacute;n y la altitud. Habitualmente, durante el d&iacute;a predomina la intercepci&oacute;n de la luz solar, produciendo un efecto de enfriamiento, sin embargo, por la noche la reemisi&oacute;n del calor radiado por la Tierra ralentiza la p&eacute;rdida de calor del planeta reteniendo una buena parte de &eacute;ste en la baja </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Troposfera" title="Troposfera"><span style="font-family: Times New Roman;">troposfera</span></a><span style="font-family: Times New Roman;">.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></p><div></div><div></div><div></div><div><a href="http://es.wikipedia.org/">http://es.wikipedia.org/</a></div>]]></description><pubDate>Sun, 20 Jul 2008 01:17:00 +0000</pubDate></item><item><title>Madro&#xF1;o</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/071301-madrono.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/071301-madrono.php</guid><description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;"><br />El Consorcio de Universidades de la Comunidad de Madrid y de la UNED para la Cooperaci&oacute;n Bibliotecaria (Madro&ntilde;o), tiene su origen en el Protocolo firmado en Madrid el 9 de junio de 1999 por los Excmos. y Mgfcos. Sres. Rectores de las siguientes Universidades: </span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;">Universidad de Alcal&aacute;.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;">Universidad Aut&oacute;noma de Madrid.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;">Universidad Carlos III</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;">Universidad Complutense de Madrid.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;">Universidad Polit&eacute;cnica de Madrid.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;">Universidad Rey Juan Carlos.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;">Universidad Nacional de Educaci&oacute;n a Distancia</span></p><p><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;">El Consorcio tiene como objetivo fundamental mejorar la calidad de los servicios bibliotecarios a trav&eacute;s de la cooperaci&oacute;n interbibliotecaria con las finalidades siguientes: <br /><br /><strong>1.</strong> Incrementar la productividad cient&iacute;fica al mejorar el acceso de la comunidad universitaria, integrada en el Consorcio, a las colecciones bibliogr&aacute;ficas existentes a trav&eacute;s de la informaci&oacute;n bibliogr&aacute;fica y del pr&eacute;stamo interbibliotecario.<br /><br /><strong>2.</strong> Mejorar los servicios bibliotecarios existentes y ahorrar costes en la catalogaci&oacute;n, al compartir recursos ya existentes, especialmente registros bibliogr&aacute;ficos y de autoridades.<br /><br /><strong>3.</strong> Promover planes de cooperaci&oacute;n, servicios bibliotecarios conjuntos, la adquisici&oacute;n compartida de recursos y la conexi&oacute;n a redes nacionales e internacionales.<br /><br /><strong>4.</strong> Crear y gestionar el cat&aacute;logo colectivo de las bibliotecas del Consorcio, de manera que se incremente la efectividad de la investigaci&oacute;n y de la ense&ntilde;anza al aumentar los recursos bibliotecarios disponibles de forma inmediata.<br /><br /><strong>5.</strong> Experimentar y fomentar la aplicaci&oacute;n de nuevas tecnolog&iacute;as de la informaci&oacute;n a los servicios bibliotecarios y potenciar la formaci&oacute;n tecnol&oacute;gica del personal que trabaja en las bibliotecas.<br /><br /><strong>6.</strong> Colaborar en otras iniciativas que surjan de cooperaci&oacute;n interbibliotecaria y de cat&aacute;logos colectivos, especialmente en el &aacute;mbito de la Comunidad de Madrid</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 8.5pt; color: #5c686b; font-family: Arial;">Los miembros del Consorcio Madro&ntilde;o estamos comprometidos con el movimiento "open access". Todas las Universidades miembros del Consorcio Madro&ntilde;o han firmado la <a href="http://www.consorciomadrono.es/noticias_eventos/noticia2.html"><span style="color: #6699cc;">Declaraci&oacute;n de Berl&iacute;n</span></a>.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">&nbsp;</p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><a href="http://www.consorciomadrono.es/index.html">http://www.consorciomadrono.es/index.html</a></p>]]></description><pubDate>Sun, 13 Jul 2008 16:42:00 +0000</pubDate></item><item><title>Gesti&#xF3;n de Calidad Total (TQM)</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/070901-gestion-de-calidad-total-tqm-.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/070901-gestion-de-calidad-total-tqm-.php</guid><description><![CDATA[<p><table style="margin-left: 6pt; border-collapse: collapse; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-padding-alt: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"><tbody><tr style="height: 58.1pt;"><td style="padding-right: 3.5pt; padding-left: 3.5pt; padding-bottom: 0cm; width: 130.45pt; padding-top: 0cm; height: 58.1pt; background-color: transparent; border: windowtext 0.5pt solid;" width="174" valign="top"><h1 style="margin: 0cm 6pt 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 36pt; color: black;">TQM</span><span style="color: black; font-family: Arial;"></span></span></h1></td></tr></tbody></table></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; mso-bidi-font-size: 6.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Podemos definirla como una <strong>filosof&iacute;a</strong> de compromiso para la <strong>mejora continua</strong> de cada aspecto de la actividad desarrollada para la organizaci&oacute;n y centrada en la <strong>satisfacci&oacute;n</strong> del deseo del <strong>cliente</strong></span><a name="_ftnref1" href="http://xaidocumentacion.blogia.com/#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><strong><span style="mso-special-character: footnote;"><span style="font-family: Times New Roman;">[1]</span></span></strong></span></a></span><span style="color: black;"></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="display: none; color: black; mso-bidi-font-size: 6.0pt; mso-hide: all;">&nbsp;</span><span style="color: black;">&nbsp;</span><span style="color: black; mso-bidi-font-size: 6.0pt;">El t&eacute;rmino Gesti&oacute;n de Calidad Total es la traducci&oacute;n espa&ntilde;ola del ingl&eacute;s TOTAL QUALITY MANAGEMENT (abreviado en el futuro como TQM).</span><span style="color: black;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black; mso-bidi-font-size: 6.0pt;">Su origen hay que buscarlo en el mundo empresarial, y est&aacute; ligado a los conceptos de Marketing y Gesti&oacute;n de Empresas. </span><span style="color: black;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black; mso-bidi-font-size: 6.0pt;">Del mundo empresarial y de la producci&oacute;n se ha extendido a aquellas empresas que no elaboran productos tangibles, sino SERVICIOS, y de aqu&iacute; se ha introducido en las administraciones p&uacute;blicas. </span><span style="color: black;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black; mso-bidi-font-size: 6.0pt;">A partir de los a&ntilde;os 90 se ha iniciado la implantaci&oacute;n de sistemas de calidad en bibliotecas y servicios de informaci&oacute;n.</span><span style="color: black;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black; mso-bidi-font-size: 6.0pt;">Calidad y normalizaci&oacute;n van unidas desde entonces, de manera que <strong>un producto que puede garantizar su normalizaci&oacute;n (AENOR) es considerado como de calidad.</strong></span><span style="color: black;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; mso-bidi-font-size: 6.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">El origen de la calidad como se entiende hoy est&aacute; en la revoluci&oacute;n industrial cuando, <strong>eliminada la relaci&oacute;n directa entre productor y usuario</strong>, es imposible determinar sus necesidades y expectativas.</span><a name="_ftnref2" href="http://xaidocumentacion.blogia.com/#_ftn2"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="mso-special-character: footnote;"><span style="font-family: Times New Roman;">[2]</span></span></span></a><span style="display: none; mso-hide: all;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></span><span style="color: black;"></span></p><div style="mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1; mso-line-spacing: "></div><p><span style="display: none; font-size: 9pt; color: #4f917e; font-family: Wingdings; mso-hide: all; mso-bidi-font-family: Arial;"><div style="mso-char-wrap: 1; mso-kinsoku-overflow: 1; mso-line-spacing: "></div><span style="display: none; color: black; font-family: Arial; mso-hide: all;">el modelo TQM propuesto por la EFQM Fundaci&oacute;n Europea para la Gesti&oacute;n de Calidad </span><span style="display: none; color: black; mso-hide: all;"></span></span></p><p>&nbsp;</p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="display: none; color: black; mso-hide: all;"></span></p><div style="mso-line-spacing: "><span style="display: none; mso-special-format: lastCR;"></span></div><p><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-family: Times New Roman;"></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="display: none; color: black; mso-hide: all;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p><p class="MsoBlockText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #0000ff;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;Clases de Gesti&oacute;n de Calidad de Productos Documentales con Pedro Manuel D&iacute;az Ortu&ntilde;o<span style="color: black;"></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: blue;">&nbsp;</span><span style="color: black;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></p><div style="mso-element: footnote-list;"><div style="mso-element: footnote-list;"><br /><span style="font-family: Times New Roman;"><hr width="33%" size="1" /></span><div id="ftn1" style="mso-element: footnote;"><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><a name="_ftn1" href="http://xaidocumentacion.blogia.com/#_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="mso-special-character: footnote;"><span style="font-family: Times New Roman;">[1]</span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> </span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 4.5pt; mso-ansi-language: ES-TRAD;">Terrones Plaza, A.; Garc&iacute;a Sarri&oacute;n, R., <strong><em>op. cit.,</em></strong> <em>Educaci&oacute;n y Biblioteca</em>, n&ordm; 78 (1997), p. 59</span><span style="display: none; color: black; mso-hide: all;"></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="display: none; color: black; mso-hide: all;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p><p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p></div></div><div id="ftn2" style="mso-element: footnote;"><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><a name="_ftn2" href="http://xaidocumentacion.blogia.com/#_ftnref2"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="mso-special-character: footnote;"><span style="font-family: Times New Roman;">[2]</span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> </span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 4.5pt;">Pasadas Ure&ntilde;a, Crist&oacute;bal. &ldquo;La evaluaci&oacute;n de los servicios de informaci&oacute;n cient&iacute;fica desde una perspectiva te&oacute;rico-pr&aacute;ctica. En: Lancaster, W.; Pinto, M. (coords.). <em>Procesamiento de la informaci&oacute;n cient&iacute;fica. </em>Madrid: Arco Libros, 2001, p. 250.</span></p></div><p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p><div style="mso-line-spacing: '100 50 0';"><span style="mso-special-format: lastCR;"></span></div></div>]]></description><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 15:54:00 +0000</pubDate></item><item><title>ABSYSNET</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/070603-absysnet.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/070603-absysnet.php</guid><description><![CDATA[<p><a href="http://www.baratz.es/baratz/absys/principal.htm"><strong><span style="font-size: x-small;">ABSYS</span></strong></a><span style="font-size: x-small;"> es un Sistema Integrado de Gesti&oacute;n Bibliotecaria, creado en 1990 y desarrollado por la empresa&nbsp;&nbsp; </span><a href="http://www.baratz.es/baratz/menuinicio/indice.html"><span style="font-size: x-small;">Baratz Servicios de Telecomunicaci&oacute;n</span></a><span style="font-size: x-small;">. Su objetivo es<span style="font-family: r_ansi,Arial;"> </span><span style="font-family: Times New Roman;">llevar a cabo, de manera integrada y automatizada, un amplio n&uacute;mero de tareas relacionadas con el mantenimiento del&nbsp; cat&aacute;logo de t&iacute;tulos y del&nbsp; sistema de circulaci&oacute;n.</span></span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: Times New Roman;">ABSYS utiliza dos gestores de bases de datos: uno documental, BRS/SEARCH y otro relacional, que trabaja sobre ORACLE o INFORMIX</span>.</p><p><span>El software de b&uacute;squeda dentro de los m&oacute;dulos permite, a los usuarios de ABSYS, buscar en toda la base de datos, utilizando comandos espec&iacute;ficos. Dichos comandos realizan, tanto b&uacute;squedas simples como complejas, ya que se pueden combinar entre s&iacute; y utilizar todo tipo de operadores booleanos (y, o no, xor), y/o posicionales (cerca, con, mismo, adj). Esta posibilidad es especialmente &uacute;til cuando existe una gran cantidad de t&iacute;tulos en el cat&aacute;logo.</span></p><p><span>La opci&oacute;n de b&uacute;squeda dentro del OPAC puede realizarse por uno o varios campos a la vez. Los campos de recuperaci&oacute;n son: autor, t&iacute;tulo, t&iacute;tulo de la colecci&oacute;n, materias, congresos y editorial. Se pueden limitar estas b&uacute;squedas por a&ntilde;os de&nbsp; publicaci&oacute;n.</span></p><p><span>Otra caracter&iacute;stica&nbsp; destacable, que tiene el sistema de b&uacute;squedas en el cat&aacute;logo de ABSYS, es lo que se conoce como b&uacute;squeda en texto &iacute;ntegro: cuando se teclea un t&eacute;rmino de b&uacute;squeda (palabra, cadena de caracteres o frase), el sistema localizar&aacute; todas las ocurrencias en cualquier sitio en donde se encuentren en la base de datos.</span></p><p><span>La catalogaci&oacute;n en ABSYS se realiza en formato MARC, garantiz&aacute;ndose de esta manera la transferencia de informaci&oacute;n entre este sistema y otros sistemas externos, en cualquiera de los dos sentidos.</span></p><p><span>El m&oacute;dulo de circulaci&oacute;n permite una definici&oacute;n precisa de los tipos de usuarios y de los ejemplares. Se dispone de un fichero con registros para cada uno de los usuarios y otro fichero que registra cada ejemplar.</span></p><p><span>La posibilidad de establecer diferentes pol&iacute;ticas de pr&eacute;stamo&nbsp; est&aacute; abierta, dependiendo del tipo de usuario y del tipo de documento que se haya definido. El establecimiento de plazos&nbsp; nos facilitar&aacute; el control de determinados tipos de documentos por tipos de usuarios. As&iacute; mismo, la asignaci&oacute;n de tipos de lectores y de ejemplares ser&aacute;n de gran utilidad a la hora de realizar estad&iacute;sticas.</span></p><p><span>La asignaci&oacute;n de pr&eacute;stamos, devoluciones y su control se ve enormemente facilitada por la utilizaci&oacute;n de c&oacute;digos de barras y de lectores &oacute;pticos de dichos c&oacute;digos.</span></p><p><span>El control de las adquisiciones se realiza de una forma muy simple, ya que no s&oacute;lo se aprovecha la informaci&oacute;n que ya existe en el programa: los datos b&aacute;sicos de los documentos, los de los proveedores, etc., sino que, adem&aacute;s, la conversi&oacute;n de monedas, la gesti&oacute;n de los presupuestos, etc. se realizan autom&aacute;ticamente con s&oacute;lo asignar los datos.</span></p><p><span>ABSYS dispone de un m&oacute;dulo que controla las publicaciones peri&oacute;dicas (recepci&oacute;n de n&uacute;meros, suscripciones, etc.). El seguimiento de los diferentes n&uacute;meros de las publicaciones seriadas es profundo, ya que en todo momento se pueden comprobar los n&uacute;meros que han sido recibidos, los que deber&iacute;an haber sido recibidos, cu&aacute;l es el siguiente que se ha de recibir y el "status".</span></p><p><span>El conjunto global de todos los movimientos realizados en la biblioteca pueden ser controlados a trav&eacute;s de listados y de estad&iacute;sticas. La realizaci&oacute;n de dichas operaciones es autom&aacute;tica.</span></p><p><span><a href="http://rayuela.uc3m.es/~opacs/tipsoft/absys.htm">http://rayuela.uc3m.es/~opacs/tipsoft/absys.htm</a></span></p>]]></description><pubDate>Sun, 06 Jul 2008 19:17:00 +0000</pubDate></item><item><title>PLAN ESTATAL DE I+D+I 2008-2011</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/070601-plan-estatal-de-i-d-i-2008-2011.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/070601-plan-estatal-de-i-d-i-2008-2011.php</guid><description><![CDATA[<ul style="margin-top: 0cm"><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt"><span style="font-family: ArialNarrow;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Gesti&oacute;n coordinada: un Comit&eacute; Ejecutivo por Programa en el que participan todos los Ministerios con competencias y utilizaci&oacute;n de agencias especializadas para la gesti&oacute;n, evaluaci&oacute;n, etc.</span></span></span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt"><span style="font-family: ArialNarrow;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span>&nbsp;</span>&ldquo;Ventanilla &Uacute;nica&rdquo;: una &uacute;nica p&aacute;gina de solicitud para todas las convocatorias y tramitaci&oacute;n por Internet obligatoria para 2009, sistema inform&aacute;tico &uacute;nico de gesti&oacute;n y formulario normalizado para todos los Programas.</span></span></span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>Simplificaci&oacute;n de convocatorias: </strong><span style="font-family: ArialNarrow;">Alrededor de 20 convocatorias anuales en total agrupadas en 6 l&iacute;neas instrumentales y 13 programas</span></span></span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="font-family: ArialNarrow;">Evaluaci&oacute;n de Proyectos de I+D+I: </span></strong><span style="font-family: ArialNarrow;">Se establece un procedimiento estandarizado.</span></span></span></li><li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="font-family: ArialNarrow;">Evaluaci&oacute;n de Proyectos de I+D+I: </span></strong><span style="font-family: ArialNarrow;">Se potencia el seguimiento y evaluaci&oacute;n expost de las actuaciones del Plan Nacional (incluidas las conjuntas AGE-CCAA)</span><span style="font-size: 10pt; font-family: ArialNarrow;"></span></span></span></li></ul><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;<a href="http://www.mec.es/ciencia/jsp/plantilla.jsp?area=plan_idi&amp;id=2">http://www.mec.es/ciencia/jsp/plantilla.jsp?area=plan_idi&amp;id=2</a></span></span></p><p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"></span></span>&nbsp;</p>]]></description><pubDate>Sun, 06 Jul 2008 19:12:00 +0000</pubDate></item><item><title>Alf&#xED;n EEES</title><link>https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/070502-alfin-eees.php</link><guid isPermaLink="true">https://xaidocumentacion.blogia.com/2008/070502-alfin-eees.php</guid><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p><span class="TEXTOnormal">Alfin-EEES es una iniciativa piloto sobre la propuesta de contenidos de las principales <strong>COMPETENCIAS GEN&Eacute;RICAS</strong> relacionadas con la alfabetizaci&oacute;n en informaci&oacute;n,&nbsp; validas para cualquier estudiante universitario que necesite buscar, gestionar, organizar y evaluar la informaci&oacute;n recogida en fuentes muy diversas. Algunos estudios cualificados norteamericanos han demostrado que la alfabetizaci&oacute;n en informaci&oacute;n contribuye a la mejora de los resultados de aprendizaje y ayuda a producir titulados capacitados para el aprendizaje a lo largo de la vida.<br /><br />Alfin-EEES&nbsp; sirve&nbsp; para potenciar&nbsp; dicha&nbsp; <strong>alfabetizaci&oacute;n en informaci&oacute;n</strong> de quienes lo consultan, multiplicando las oportunidades de aprendizaje electr&oacute;nico autodirigido y&nbsp; fomentando valores como la innovaci&oacute;n,&nbsp; la creatividad.</span></p><p><span class="TEXTOnormal"><a href="http://www.mariapinto.es/alfineees/AlfinEEES.htm">http://www.mariapinto.es/alfineees/AlfinEEES.htm</a></span></p>]]></description><pubDate>Sat, 05 Jul 2008 11:56:00 +0000</pubDate></item></channel></rss>
